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Quanto as participações, são fortes sim, temos: Suky, Lay Low, Kloro, Sem Paus, Valete, Mister K, San the Kid e outros nomes ainda não divulgado.
Depois do sucesso que foi o single Kara Boss como estreia do serviço de distribuição de música via SMS, a Gpro lança agora o single AMOR & DRAMA do cantor e produtor G2, usando a mesma técnologia móvel e o tradicional disco que já está à venda na GARAGEM. Para adquirir o single deste talento moçambicano via SMS, o usuário deverá gastar apenas 30,00 MT o que dá acesso aos links para download da música, ringtone e wallpaper no seu telemóvel.
Os passos a seguir são:
1. compor uma mensagem escrevendo “amor e drama” e enviar para o número 99018 ( esta
mensagem custa 30,00 MT, como dissemos anteriormente).
2. vais receber 3 links por SMS que te permitirá fazer o download do RINGTONE e do WALLPAPER e da MÚSICA em mp3.
3. Descarregue do seu telefone para o PC, queime 1 CD e
voilá…o AMOR & DRAMA estará em casa, no carro, no mp3.
Nota : É INDISPENSÁVEL QUE O TELEFONE CONSIGA ACEDER À INTERNET !
FAÇA UM TESTE DE NAVEGAÇÃO NORMAL ANTES DE TENTAR COMPRAR A MÚSICA.
(não é necessário ser 3G).
algumas das músicas também fazem parte deste single poderás fazer o download aqui no blog, numa gentileza da Gpro (a quem agradecemos), clicando – DOWNLOAD

Ace Nells – Não presto – DOWNLOAD
ell P – hate on me – DOWNLOAD
IVETH – AMIGA REMIX – DOWNLOADDJ Dabo – Apresenta Pedegrees – respeitem os gordos final ( DJ Dabo Mixtape) (download)
DJ Dabo Ft Bilimbao & Christal & Law Low & k9 – Sou um Rap Star (Download)
DJ Dabo Ft k9,Dygo Boy,Dice,Hernani,RoldB,ImprO – Ninguem m abusa ( the video edition) (Download)
Pedgress Ft F-Cash and Regulo (DJ Dabo Mixtape) (Download)
É a primeira vez que em Moçambique se distribuiu música completa por SMS, com direito a wallpaper e ringtone, uma iniciativa da GPro em parceria com as operadoras móveis. É um recurso graças as novas tecnologias, e a forma mais segura de fazer chegar a música ao consumir. A estrear o novo sistema a GPro lança o single KARA BOSS de Duas CARAS, e claro falando deste Heavyheight do Moz hip hop o sistema teve tanta aderência que em alguns casos ficou temporariamente infuncional.
A Gpro ainda não se manifestou em relação a disponibilidade da música na internet, mais se assim não acontecer, não se stresse são os primeiros passos da revolução, VAMOS ABRAÇAR ESTE PROJECTO E PARTICIPAR DELE.
A mixtape é “made in Moz”, comporta 19 faixas (4 skits e 15 músicas), instrumentais de produtores moçambicanos e reúne 28 MC´s da praça entre eles 3 novos talentos.
Embora todos saibam, a Gpro é a produtora moçambicana cujo o elenco consta nomes como DJo, Duas Caras, Trez Aggah e G2, para este ano vários projectos estão já em curso, o primeiro de muitos é a Gpro-mixtape que ja esta finalizada, e foi oficialmente apresentado ao público dia 24 de Fevereiro, pelas 14Hrs, no programa radiofónico Impulso Cidade (Maputo 97.9 FM), apresentado pelo carismatico André Manhiça.
Estre os instrumentais usados na mixtape a Cotonete Records destaca-se com alguns beats extraidos da compilação mais hip hop no teu ouvido, paralém de ter cedido a Iveth para a track “CAPULANA HIPHOP”, RAGE na musica “UM EM UM MILHÃO”, DINASTIA BANTU (Azagaia e Escudo) na música “CHAVE DE OURO”.
Mais não tem só “cotoneters”, 100 Paus dropou bem no instrumental dos DRP “So good, so right”, a cena da boa cena dos Queen ficou bem no beat da música “de volta à casa” de Duas Caras produzido por Stu, a Track Records enviou o Turaz do grupo Elex que desabafou na musica não concordar com Sandokan quando diz que não manda punch lines porque até mc’s burros mandam punch lines. DRP are back nesta mixtape, rap is back pela Gpro-mixtape, cantem comigo: “assim como moz precisa do Guebas para governar, o juiz de um martelo para condenar, o recruso do sabão para se confiar, o game precisa de Duas Caras ele fez historia”, parece o som ja chegamos dos magnezia, mas não, é presidência aberta de Duas Caras. Muita coisa boa vem ai, muitas surpresas, Esse mambo esta quente, quente como Maputo e Luanda, queira Deus que entre os 4 skits seleccionados o meu lá esteje (Dino Cross).
Naturalmente quem não tem ouvido o rap moçambicano deste a muito, não esta familiarizado com alguns nomes e títulos de músicas, mas a mixtape é um veiculo que o levará a entender toda a historia. BREVEMENTE DISPONIVEL NAS RUAS E NO BLOG

Dzukupandza o Beef.
Neste ritmo será normal classificar os artistas moçambicanos de polémicos, depois do “zum zum” do Azagaia, Dama do Bling agora é a vez da “Gpro”, que até ao momento que se publica este artigo estão a ser vitimas de inumeras criticas e ofensas morais públicas, tudo isso ainda em torno da música “Dzukupandza”, onde Duas Caras e Sem Paus, fazem uma critica para os dj’s e à midia no geral por apadrinharem o estilo regional panza, tratando desta forma o hip hop e outros estilos como enteados.
A intenção foi boa mas as reações foram salgadas, artistas do estilo panza responderam a música com beef, e outros foram até mais longe, programas radiofonicos e televisivos proferiram ao seu intender comentários nada saudaveis aos ouvidos da Gpro, houve um programa que preparou uma armadilha e Duas Caras caiu, alias qualquer um poderia ser vitima, quem é que vai duvidar da seriedade e profissionalismo de um programa televisivo? Faltou imparcialidade no programa e Duas Caras foi julgado como se fosse o responsável pela pobreza em África ou o Bin Landen para o Mundo.
Nisso o Mega Júnior aproveitou e diante das camaras ofendeu o “Tio Duas” (como é carinhosamente chamado), está actitude foi tão reprovada que Djo(Gpro) não teve argumentos suficiente para impedir o amigo e parceiro Duas Caras a responder em beef que contraria os principios do grupo, Djo argumentou ainda que “Tio Duas” teve uma actitude intelegente em não responder da mesma maneira na televisão, pois poderia haver crianças a assistir o programa, e a Gpro prima pela boa educação. Mas a resposta foi dada em forum apropriado para o efeito, um beef que hipflickz.com disponibiliza para download.
Entre as reações algumas não falam o nome da Gpro dai que não podemos classificar por falta de certeza, embora que dá para relacionar uma coisa a outra, por exemplo DJ Damost e Danny O.G (rapper agora do panza) usaram e distribuiram aos mais chegados no sábado, dia 27 de Outubro no Coconuts, T-shirts com escritas “estão com inveja”, e nesta mesma discoteca toca a música do N’star com Danny OG onde dizem “Estão a criticar porque se você gosta, a tua mãe gosta, teu pai gosta etc. Etc).
A verdade é só uma, Duas Caras tem se revelado defensor do hip hop moçambicano, que em tempos fora dado por morto por muitos mc’s que abandoram o movimento e converteram-se para o estilo regional panza. Persistem no hip hop Azagaia, Dama do Bling, Três Agah, DRP, 100 paus, Face Oculta, o pessoal da Cotonete Records, Trio Fam uma lista não muito curta, mas também não muito vasta.
Como disse Djo e nós hipflickz.com subscrevemos, a luta não é contra os músicos, é pela diversidade músical, em Angola ja vivemos este problema e de certa forma continuamos a sentir na pele o que é fazer hip hop no verdadeiro sentido da palavra e a maioria preferir ouvir e comprar kizomba ou kuduro, e nas rádios se não for no Big Show Cidade ou Canal Hip Hop não se ouve rap, nem mesmo nas festas.
Vamos fazer hip hop.
Por Dino Cross in Dzukupandza www.hipflickz.com
Depois de muito tempo separados, os amigos Duas Caras e Sem Paus estão de volta a carga com uma super bomba, a música com o título Dzukupanza, uma critica dirigida aos Dj’s e radialistas que tocam músicas com mais ritimos do que mensagens. A música faz referência a muitos casos moçambicanos e um dos exemplos é a música “Patrão é Patrão” de Mc Roger onde ironicamente Duas Caras afirma que os putos conhecem melhor a letra do que hino da república.
E o quê que os Kalibrados têm haver com isso? A base instrumental da música não parece sample, parece mesmo um plágio da Música “Kalibrados” dos Kalibrados e o coro é qualquer coisa como “Oh oh, oh oh oh o mambo ta muito estranho “, uma evidência clara de uma indirecta, mas pra quem? Será para os Kalibrados?. Se for o caso que motivos teriam para o fazer? Uma vez que existe uma certa “amizade” entre Vui Vui e Duas Caras.
A música esta disponivel para download e todos temos capacidades para interpretar da melhor maneira. Mais uma verdade é que Duas Caras e Sem Paus bifaram, quem não sabemos até porque eles enrolaram no coro, acto que faz da música uma indirecta.Boa escuta.
Duas Caras & Sem Paus – Dzukupanza
By dino Cross in www.hipflickz.com
Sem Paus lança «Notas por Notas», o seu primeiro álbum a solo
O rapper moçambicano Sem Paus lançou oficialmente o álbum «Notas por Notas» no dia 29 de Novembro, em Maputo. O projecto marca uma nova etapa na sua carreira e reforça o seu papel no hip hop nacional.
A apresentação pública decorreu no restaurante Mar à Vista. O lançamento teve também um valor simbólico. «Notas por Notas» é o 100.º álbum editado pela GM Record & Services.

Apesar de ser uma figura conhecida do público há vários anos, este é o primeiro álbum oficial de Sem Paus como artista a solo. Até aqui, o rapper destacou-se sobretudo em projectos colectivos e colaborações.
O disco resulta de um processo longo e exigente. Parte do material inicial perdeu-se devido a um problema técnico. O artista foi obrigado a recomeçar o trabalho quase do zero.
Esse contratempo acabou por influenciar o resultado final. O álbum apresenta uma abordagem mais madura, introspectiva e consciente.
Em declarações públicas, Sem Paus descreve «Notas por Notas» como um reflexo das suas vivências pessoais e artísticas. O projecto aborda temas como persistência, recomeço e afirmação individual.
O álbum surge num contexto em que muitos artistas acabam por abandonar trabalhos de longa duração. Neste caso, a conclusão do projecto assume um significado especial.
Embora seja um trabalho a solo, o álbum mantém uma ligação clara ao percurso colectivo do rapper. Sem Paus integrou a GPro Fam, um dos colectivos mais influentes do rap moçambicano.
Com «Notas por Notas», o artista reforça esse legado. Fá-lo agora com uma linguagem mais pessoal e autónoma.
O álbum «Notas por Notas» já se encontra disponível para escuta e download nas principais plataformas digitais. O acesso pode ser feito através do link oficial:
👉 https://ampl.ink/NotasPorNotas
Para além do valor artístico, o álbum encerra o ciclo dos 100 lançamentos da GM Record & Services. O marco sublinha o papel da editora no desenvolvimento da música urbana em Moçambique.
Até ao momento, não foram divulgados dados oficiais sobre concertos, vendas ou desempenho em plataformas digitais. Ainda assim, «Notas por Notas» destaca-se como um dos lançamentos mais relevantes do rap moçambicano em 2025.
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O consagrado rapper moçambicano Duas Caras, divulgou o seu novo video Gueime que teve a particularidade de ter sido filmado no Dubai, Maputo e Luanda, essa última com imagens da sua participação no Luanda Hip Hop Fest que teve o estádio dos Coqueiros como palco em 14 de Dezembro.
Veja o video 👇🏿

No último episódio da primeira temporada do Podcast Mambos Hip Hop da Banda, feito pela equipa do programa de Rádio Mix Hip Hop para o site Bantumen, os rappers Man Killa da Army Squad, (Angola) e Duas Caras da Gpro (Moçambique) foram os grandes convidados.
A conversa fluiu para momentos de freestyle e dropar versos das suas respectivas músicas. Os 2 mc’s têm em comum o facto de valorizam bem os instrumentais com o rico flow que têm e é isso que se pode ouvir neste episódio.
A segunda temporada do Podcast, vai ao ar em Fevereiro de 2020 e trará um conceito diferente do que se ouviu até agora.


Alguns anos depois volto a entrevistar Duas Caras, uma referência obrigatória quando se fala de rap moz, desta vez a pedido de um admirador seu, o jovem Nicolau Gabriel, residente na cidade de Maputo, fã confesso que na sequência de uma publicação que viu do Tio Duas anunciando o lançamento para breve do seu maxi single, teve a surpreendente ideia de fazer uma chamada internacional para mim Dino Cross (que encontro-me em Luanda), para pedir que entrevistasse Duas Caras de formas a conseguir ter mais informações sobre o álbum deste rapper a quem considera inacessível aos fãs.
“- Alô, Dino Cross, cumê tudo nice?
– ya nice e ai, firme?
– deste lado tudo bem, epah viste a publicação de Duas Caras?
– Não. Qual é a cena?
– O mano vai lançar um maxi-single, e como sei que já o entrevistaste uma vez, peço que o faças outra vez, queremos ter mais informações, Duas é maning inacessível, e eu sei que você vai conseguir”
O Nicolau tinha razão, eu consegui entrevistar o Herminio Vicente Chissano, de trinta e tal anos, de nome artístico Duas Caras, e com alguns aka (leia no plural por favor) como Tio Duas, Kara Boss, Mellow, Kara Mellow e alguns outros. Duas Caras é um pseudónimo que advém do facto de que na sua infância era um menino assanhado ou mal comportado na escola e em casa um santinho, é por unanimidade considerado um dos melhores rappers nascido em solo moçambicano, fazendo parte do top 3 na avaliação geral.
Entrevista conduzida por @DinoCross com participação especial de @CenasqueCurto
Blog Dino Cross: – Como te sentes com a atitude deste fã, que ligou para mim a pedir que te entrevistasse?
Duas Caras: Yo é sempre bom saber que há gente do outro lado, atenta ao meus moves, significa que ainda tenho alguma relevância, acho Eu; Agradeço ao pessoal que ligou.

BDC – As faixas que foram saindo depois do álbum Foreva, sentimos que a sua musicalidade foi afectada com a necessidade de estares fresh, quais foram as reações dos teus fãs que se identificam com um duas menos trap mais boom bap?
DC: Depois do Foreva fiquei um pouco vulnerável, confesso, foi uma fase de pouca inspiração, o estúdio da gprO fechara as portas e cada um seguiu o seu rumo.
Nesse meio tempo dediquei me a outras cenas fora da música e só gravei um jam em 2015 que foi “Dinda” e porque sempre choviam chamadas de rappers para fazer uma collabo acabei fazendo algumas das quais até me arrependo.
Foi um time maning estranho pra mim muitas inseguranças, mas passou! em relação a sonoridade eu sempre gramei de experimentar cenas novas mesmo que isso ponha em causa o meu status de legendary rapper, mesmo que perca uma dezena de seguidores, eu não sigo dogmas nem padrões apenas o meu coração e o meu histórico não deixa duvidas, já até fiz pandza (gargalhadas) e os meus fãs infelizmente terão de conviver com isso, é simplesmente como eu sou não ligo para criticas de redes sociais, nem as leio porque só te afectam quando o fazes. Geralmente faço um post e bazo.
BDC: Duas Caras a solo outra vez, quando diz Gpro fechou as portas é a morte da label?
DC: Gpro ficou para historia nos manuais de uma geração distante, Duas Caras is back com um projecto solo chama-se “o homem que chegava tarde” É um maxi de cinco faixas, é um regresso as origens, o verdadeiro Tio duas.

Cenas Que Curto: Sentes que a GPRO podia ter ido bem mais longe que foi chegar ao status que alguns grupos que alcançaram na Lusofonia?
DC: Sem duvida bro, a gprO tinha qualidade pra se estabelecer a nível lusófono temos consciência de que a nossa musica chegou muito mais longe do que esperávamos e isso é óptimo, alias naquela altura era tudo o que importava pra nós, éramos putos mas naturalmente as coisas mudaram a medida que fomos crescendo as necessidades pessoais, os egos, influências de terceiros são quase sempre o motivo da extinção de grandes grupos mas sem drama, colocamos Moçambique no mapa e pavimentamos a estrada pra outras gerações, isso é mais importante.
CQC: Em algum momento não sentiste que o teu talento era muito pequeno para um mercado como o Moçambicano? Achas que a falta de estratégia para alcançar outros mercados (Angola, Portugal…) não levou com que tivesses o teu nome bem mais abaixo, se calhar do merecido, na lista das Lendas do Rap em Português?
DC: Bem, eu não sou maning religioso, mas sou crente ao meu estilo e cada vez mais acredito mais que o trabalho árduo desagua na sorte Infelizmente faltou me alguma tenacidade em momentos cruciais, o diabo testou-me e eu cedi muitas vezes mas it is what it is A loss ain’t a loss is a lesson” Se não cheguei la foi pelas escolhas que fiz mas ainda dou carolos nos miúdos quando estou disposto eles sabem hehe, e os títulos também não me importam muito, na pratica não valem muito, são apenas isso, títulos.
CQC: Que rapper hoje passa a melhor imagem do que achas o ideal para o Rap Moçambicano?
DC: Acho que o Laylizzy e os primos são uma boa projecção de como deveríamos ter sido, eles trabalham muito, em equipa, organizam os próprios shows são seus próprios patrões, gramo disso.
BDC: Na entrevista anterior disse que chegou a interromper o andamento da gravação do Tondjemcee para voltar a Gpro, agora surges com a capa de um projecto novo e com um novo título. Tondjemcee já não sai?
DC: O Tondjemcee será a minha aposentadoria.

CQC: O que se pode esperar do Tio Duas nos próximos tempos, passagem de testemunho ou dar “gás” a carreira?
DC: Ainda cuspirei por mais 5 anos provavelmente espero lançar o Tondjemcee e atirar a toalha nesse período.
BDC: Mas para agora, essa capa quer dizer que teremos algo a sair em breve, o que tens a dizer?
DC: Como disse é um regresso as origens. Não tem nenhum trap so Barras de exibição e reflexão. com a previsão de lançamento para o dia 16 de Dezembro.