Hip Hop Angola | Hip Hop Moçambique

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Os 20 anos de hip hop em Angola

Realizou-se no primeiro domingo do mês de Março, o show em homenagem aos 20 anos de hip hop em Angola, no pavilhão da cidadela em Luanda, e a organização esteve a cargo do Gansta, um dos activistas pioneiros deste movimento que regista as suas primeiras manifestações organizadas no ano de 1992, na champions school em Luanda, neste acto participaram alguns nomes que hoje são tidos como referência entre eles alguns constaram na lista dos homenageados, tais como os SSP, os artistas Kool Klever, NelBoy Das Daburda, Phathar Mak, Yannick, Ngadyama, Ganstar e Dj Samurai. 
O show de celebração aos 20 anos de hip hop em Angola teve um conceito bem diferente, os convidados internacionais foram os artistas de cartaz, Hallowin e Gpro ou melhor Duas Caras e G2 que já não fazem parte da gprO uniram-se a 3H (o unico membro do grupo) para esta grande homenagem, quanto aos artistas da casa, passaram pelo palco Dr. Pam, Abdiel, Reptile, Ready Neutro, Extremo Signo, Fly Skuad, Maiangazz e Verbal, quanto aos homenageados com excepção a Phathar Mak e Yannick todos estiveram presentes.

Já nem se pode falar de atrasos no inicio dos show realizados em Angola, é algo que se possa dizer ”é normal”, e desta vez essa não foi a única falha, entre elas a qualidade do som e a pouco divulgação, facto que resultou em fraca aderência. As falhas viam-se a olhos nus, infelizmente é um facto que não podemos esconder e sobre isso, Gansta declarou que houve muita promessa de apoios e de promessas não passaram, o espectáculos foi realizado quase com fundos próprios e graças a boa vontade de algumas pessoas que honram a sua palavra, ao qual muito agradece.

As fotos tem a assinatura do Kratos para o www.lusohiphop.net a quem agradecemos por disponibiliza-las a tempo de fazermos esta pequena reportagem.

ALDEFF (Musicas Promocionais)

Aldeff é um jovem que chegou ate a mim por intermédio do Nino do hipflickz.net, mas fora desta grande cunha, o jovem apresentou um trabalho que é o resultado de grande esforço e depois de ter ouvido posso adiantar que ele não atirou para o lixo o tempo que fez em estudio nos brindar com este trabalho.

Recomendo o DOWNLOAD

Ruaportagem – Art. 9.0

Recebemos do nosso amigo Absinto e como muito agrado fazemos questão de partilhar com todos vocês
Ruaportagem é o EP de estreia de Art. 9.0 (Artigo Nove Zero), um trio formado por Absinto a.k.a Bula Nvesse a.k.a Wilson Fisk, Akônitus e Big X Residentes no Sambizanga, membros integrantes da label
“12transfusons” (Cabinda – Luanda).
Grupo caracterizado pela sua habilidade lirical, consonância e flow incomparável, é sem dúvida uma
sugestão indispensável para quem se identifica com um duro Rap bem adaptado a realidade das RUAS.
TrackList
1 – A Rotina – Artigo 9.0 feat Indiana Boo (Produzido Por Freeyamind Of Paiol Sonoro).
2 – Mestres Sem Cerimonias – Artigo 9.0 – Produzido Por Billy Ray (Scratch e Cutz Dj Nel Assassin)

NOVO PROGRAMA DE HIP HOP NA RÁDIO

Hip-Hop na Estação


Pelos vistos as intermináveis férias de Kool Klever no Big Show Cidade deixou preocupado meio universo e como o substituto ainda não entrou bem no compasso, algumas alternativas foram criadas, é dai que nasce o novo programa de hip hop na rádio, idealizado e sobre responsabilidade na apresentação pelo Gansta.

Gansta tem vindo a idealizar e realizar muitos show, entre eles o show de Kid Mc (em parceria com a Madtapes) no cine Karl Marxs e no Atlantico, show internacional de hip hop da Lusofonia e muito mais. Esperamos que está nova iniciativa cubra o vázio que até então kool Klever deixou ao ausentar-se do Big Show Cidade (é importante frisar que ninguém está descontente ou pretende desrespeitar o novo apresentador do Big Show cidade, o facto é que como é ainda é novo aos poucos vai conquistando a simpatia dos ouvintes).

Parabéns ao Gansta, parabéns aos amantes do hip hop em Luanda, ai vai a apresentação do programa.

Título do projecto: Hip-Hop na Estação
Genero musical: R.A.P
Tempo de antena: Duas Horas
Estação Radiofónica: Rádio Mais 99.1 FM
Periocidade semanal: Sábado e Domingo das 16 as 18 horas
Apresentador: Nelson Adelino ( Gangsta)
Dj: Dj Rebelde
Assistente de produção: António Neto (Auzony)
Conceito:
Hip-Hop na estação é o nome de um programa de música RAP, o mesmo aborda questões ligadas a cultura Hip-Hop em Angola e no mundo.
Objectivos:
Divulgar a cultura Hip-Hop em todas as suas formas de manifestação, quer a nível de informação, notícias, entrevistas, debates realização de espectáculos e Workshops.
Objecto social:
Sendo o Hip-Hop uma ferramenta pedagogica e de acção socio-cultural, o programa abordara, diferentes temas de fórum sociais na voz de especialistas na matéria em questão. Está reservado uma rubrica denominada (O Hip-Hop e a Sociedade) que será feita nas universidades, escolas públicas e privadas e em particular nas comunidades periféricas, onde serão preletada palestras que abordam temas tais como: delinquência juvenil, educação sexual, cidadania, violência doméstica, alcoolismo, drogas etc.
Entretenimento:
O Hip-Hop na Estação, e um programa que funcionara dentro de uma política auto sustentada, por meio de projectos por si criados abaixo descritos.
·   Realização de espectáculos de RAP com artistas nacionais e internacionais, concursos de Breack Dance, New Style, Graffiti, Free-Style, Exposições de graffiti, carros chainados, motos e bicicletas.
·       Abertura de uma loja especializada de produtos Hip-Hop tais como, discos, Street Wear T-Shirts, calçados, chapéus, calça, punhos, bermudas, revistas e livros.
·       Criação de um selo editora, para edição de discos, Mix Taps, agenciamento de artistas, realização de filmes, produção de eventos musicais, Basquetebol de rua (AND-ONE), gala de premiações e top de música RAP.

CFKAPPA | RAPPERS – A “Raça” Musical mais Mesquinha


Se conseguiu chegar até a primeira frase sem julgar o título pelo conteúdo, ou me xingar antes mesmo de ler, então receba os meus sinceros cumprimentos. Você é um óptimo leitor e humano. Tem se dito por aí para não julgar o livro pela capa, então é isso aí, agradeço por ter seguido esse conselho, e prometo que explico o meu ponto de vista nos parágrafos que se seguem. O Hip Hop (movimento onde encontramos o RAP inserido) sempre foi caracterizado por ser um estilo de intervenção, onde os artistas várias vezes exprimem o seu descontentamento perante uma variedade de coisas (sejam elas mais globais que afectam a humanidade, ou tão pessoal que afecte a si), e também exprimem alegrias. Sempre foi comum ver “rappers” em disputa verbal com outros “colegas de profissão”, sendo umas mais violentas que outras, mas sempre existiu, e falando num contexto mais angolano, vimos casos como Kalibrados vs. Mc Morte, Army Squad vs. Kalibrados, Ikonoklasta vs. Raftag, MCK vs. SSP, Dji Tafinha vs. Kid MC, e enfim, só para mencionar alguns. Não importa há quanto tempo você ouve Hip Hop angolano, mas se o faz há no mínimo 1 ano, já deve ter pelo menos ouvir falar de algum deles. O que quero com isso dizer é que hoje em dia, os fazedores de Hip Hop têm saído dos factores “normais” que os levam a ter um impacto verbal entre si, para procurar vivamente por alguma coisa para ter “beef”. Descodificando ainda mais o que pretendo dizer é que ultimamente os rappers têm se importado com coisas demais que não têm nada a ver consigo, só para ter o que falar nas músicas (se calhar), ou para ter uns pares de aplausos a mais. Cada vez mais os rappers têm assumido uma posição de protecção talvez quase patriótica, mas doentia para com o Hip Hop; Sendo assim, os tais defensores agem como aqueles pais que querem saber de tudo sobre o filho, com quem vai sair, porquê, privar disso e aquilo, e exagerar às vezes. Existem imensos factores com que os rappers deviam se preocupar menos (só para não dizer NÃO METER O BEDELHO MESMO) pois são coisas que não os afectam directamente, portanto não há motivos para se stressarem e fazer isso tema de música.Já foi novidade (e até engraçado) quando as primeiras pessoas cantaram sobre o fulano que mudou do Hip Hop para o Kuduro/Semba, do sicrano que vestiu calças que o apertam, do beltrano que fez ou deixou de fazer. As perguntas que eu faço são:

a) O facto de um artista mudar o estilo afecta directamente a vossa carreira? Na minha opinião só deve afectar no sentido de te proporcionar assunto para escrever.b) Será que vale a pena te esperneares porque um artista mudou de ideais e agora é o que ele sempre criticou? Que impacto tem isso sobre ti?c) Alguém o pediu opinião sobre o erro que alguém cometeu? Não acha que é um assunto que essa pessoa deve tratar com Deus e a sua consciência sem intermediários que nada têm a ver com o assunto?

Pois é, infelizmente temos nos tornado cada vez mais “mesquinhos”, criticando assuntos cada vez menos relevantes, colocando os nossos dedos em assuntos que não nos afectam directamente nem mudam a nossa vida, e levando esses assuntos em músicas, quando podíamos muito bem ligar para o artista em questão e dizer: “Olá, tudo bom, não gostei das t-shirts que tens vestido ultimamente. Obrigado”. Claro que para um bom entendedor, saberá que esse exemplo de frase foi propositado para fazer a menção sobre o que devíamos guardar só para nós e acabamos por desperdiçar 8 linhas a falar sobre. Acho que como rappers, devíamos nos preocupar com coisas mais relevantes, e se for irrelevante (uma vez que o Hip Hop é liberdade de expressão), que não precise ser um Bullying constante contra os outros fazedores de música.

Já inúmeras vezes presenciei discussões estilo Cristiano Ronaldo vs. Messi sobre o artista X, Y, Z que agora é chamado “falso” porque resolveu trocar de estilo musical. Acho que é das discussões mais populares nos dias de hoje, no mundo do Hip Hop angolano. Rappers são os únicos praticantes de música que simplesmente se sentem atordoados quando “um dos seus” pratica outros estilos musicais. Começa o alvoroço interminável. Aqui surge a pergunta: Será que é assim tão importante manter uma única identidade musical/artística?
E para o caso de Leonardo Da Vinci que tinha 1500 ofícios em vários ramos da arte? Deveríamos o ridicularizar também?Artistas “normais” de outros estilos costumam dar força ou se manter calados quando algo do género acontece.
Bruno M ficou kudurista. Houve algum beef do tipo: “Volta lá para o teu rap?”. Puto Português canta Semba. Houveram beefs do tipo: “Abandonaste o Kuduro. Decida-te. És um falso” mas nós (rappers) somos os mais preocupados do mundo, que nos magoamos profundamente quando alguém varia as suas tendências musicais. Mais uma vez a pergunta: Será que é mesmo importante assumir um único estilo musical? No final do dia, quem vai enfrentar a vergonha de uma má escolha por mudar de estilo ou a glória pelo mesmo motivo não é o artista em questão? Ou somos nós?
Então, mais uma vez o meu apelo para nos preocuparmos apenas com o que é relevante e deixar as pessoas fazerem o que bem entenderem. Se fosse uma questão de preservar a “essência”, não estaríamos a cantar em instrumentais Dirty South mas sim aqueles a estilo MC Hammer, Afrika Bambaata e Vanilla Ice. Mais trabalho, menos fofoca.

FLY SKUAD – Directamente do Underground



Fly Skuad não é um artista novo, ate porque tem patentes de oficial superior nos freestyles de rua, começou a ganhar mais popularidade quando conheceu o palco do Bahia, ao entrar na Madtapes autenticou a sua garra que diz-se por ai que está apimentada de egocentrismo, mais isto é um outro filme, no ano passado participou em vários shows dentro e fora de Luanda, alguns dele na tournee do Kid, chegou a organizar um concerto na universidade hip hop, e recentemente a Madtapes lançou um single promocional com as suas musicas.  Para quem nunca baixou as Musicas deste rapper angolano, ai vão algumas músicas, para mais informação, encontre Fly Skuad no facebook ou siga-o no Twitter @fkySkuad. 

MUSICAS PARA DOWNLOAD
Fly Skuad -Extractos
Fly Skuad – Por Isso Sou – prod_Levell Khronico_MAD TAPES 2012.mp3
Fly Skuad – Aquecimento
Fly Skuad – Do Mutu-Ya-Kevela Para Cidadela 
Inkriveis
A tempestade – N, Subversivo e Flyskuad
YouTube – Snake Killer feat Fly Skuad – Falta de Skill
A Diferença (Remix) Fly Skuad, Manda Jc, Sanguinario, Organoydz SS & Ready Neutro

MUSICA RAP PARA DOWNLOAD

Musica promocional da mixtape colaborativa entre Brizzo e Euclarmany intitulada “Imaparaveis” 
BRIZZO E EUCLARMANY  – INTOCAVEIS – DOWNLOAD

DAMANI VAN DUNEM – “STATU QUO”

Porto Alegre é o cenário onde três jovens (M.Beats, Babau e Lucas Vox) com o mesmo sonho e idéias semelhantes uniram-se formando o grupo EPISÓDIO 1. Os manos são percussores do Rap na capital gaúcha desde os anos 90, mas somente em 2008 que formaram o grupo com intensão de enaltecer mais a cultura Hip Hop na região sul do Brasil.

     Acompanhando a evolução dessa cultura no cenárioa brasileiro e não só, EPISÓDIO 1 traz às ruas o que há de mais inovador em matéria de batidas e rimas, abordando diversos temas como cotidiano, relacionamentos e diversão noturna, quebrando alguns paradigmas do Hip Hop brasileiro.O grupo recentemente lançou sua Mix Tape com o título “Falem oq Kiser – Part.1” com 16 faixas e totalmente independente.    EPISÓDIO 1 vem divulgando seu trabalho apresentando-se em eventos e casas noturnas da capital, tendo em menos de 1 ano de formação, diversos shows em casas bastante populares de Porto Alegre, tocando ao lado de grupos comoNovament’s, Seguidores, Dependentes, Narrador Kanhanga, Novo Extima, Niclas Leman, Seven Lox, CN Boys, entre outros            A Mix Tape “Falem oq Kiser – Part.1” foi lançada em 2009 com uma produção total do M.Beats ele que é um dos melhores produtor no estado do Rio Grande do Sul, e não foi muito cadenciada. Aproveitando agora toda essa conexão virtual das redes sociais e dos Bloguers que divulgam o hip hop Brasil estamos deixando disponível para download esse trabalho. BaiXe a Mix Tape e curte.
Download

É com enorme prazer que apresentamos as 3 primeiras músicas PROMO do
projecto “REALIDADE COMUM”, de intercambio entre Angola e Brasil,
levados a cabo pelos grupos TRIBO SUL (Angola) e FRONT LR (Brasil),
dividindo espaços, lições, manifestos, marxas e sentimentos nesta luta
que a mais de 500 anos acolá os dois povos.

Os opressores devem cair pela mão do povo.

Curtam os sons, e que os mesmos sirvam de ingrediente em reflexões em
vossos próximos passos. NÓS AQUI GRITAMOS POR JUSTIÇA e LIBERDADE...

DOWNLOAD 

Brizzo Music Vol.1 é uma compilação de 10 músicas desse jovem integrante dos FreshBoys que contem faixas com Reptile, Raiva, Indomável, Ready Neutro, Big Boss, Mc Matita, Mrson, Slash, Hernâni Da Silva, Xdz e Christal.
E acrescentar que nesse momento @BriguelBrizzo encontra-se a trabalhar em 3 projectos todos para esse ano. Aguardem que de certeza vai valer a pena.

LATON DESCREVE SINGLE DE 2 CARAS

A pedido do nosso amigo Cross, que solicitara um “review” sobre o mais recente single de um daqueles que é tido como o estandarte do “hiphop de moz” DUAS CARAS aka TIO DUAS aka KARA BOSS “the greatest”.
Pela imparcialidade á opinião pessoal ou pela parcialidade de mostrar o apreço por um AMIGO do hip hop e de fora dele, existe uma linha ténue, por isso não se surpreendam pelo favoritismo intrínseco sobre uma opinião que me foi pedida para compartilhar, mas que é somente a minha…
Desde os tempos do “pais da marrabenta” de G Pro Fam até aos dias de hoje, com projectos a solo, colaborações e mixtapes, o crescimento artístico, o reconhecimento dentro e fora do hip hop somando a expansão da sua “marca” para lá das fronteiras moçambicanas é irrefutável o facto de SER UM FACTO que DUAS CARAS é considerado dos melhores mc’s do RAP LUSO ou de expressão portuguesa se preferirem.
Uma referência indiscutível: pelo seu flow, entrega, battle skillz, incessante intervencionista o que lhe da um estatuto de mc consistente.
Como todos aqueles que fazem hip hop sofreu uma mutação/evolução a meu ver necessária e positiva, de forma geral soube se enquadrar e aceitar a condição de que a sonoridade musical abrangente e mais cuidada serve de melhor transporte para nos fazer chegar melhor aos ouvidos a sua concisa e sublime mensagem.
O mercado angolano, tem vindo a ser o “onjango” do hip hop luso nas varias direcções da conhecida rosa dos ventos, tem vindo a ser o ponto concêntrico da maior confluência do melhor do hiphop em português, e honrosamente recebemos o mais recente single do TIO DUAS com titulo: TONDJE MCEE que traduzido significa MC MAGICO, vem com 4 faixas, sendo elas: 
“Charles” que retrata o manifesto de um amante e seguidor do hip hop, em especial do DUAS CARAS, e a musica desenvolve-se com um numero de situaçoes e sentimentos mistos que sente sobre seu ídolo. um conceito semelhante a musica “stan” de EMINEM. muito bom!
“tondje mcee” que dá titulo ao álbum, com uma sonoridade muito aprazível ao estilo “maybach music” (parabéns ao producer), DUAS CARAS faz uma pequena retrospectiva do seu percurso no movimento ao bom estilo de “REAL TALK” dope!
“talhe da foice” que das 4 faixas foi a eleita por mim como favorita! nesta track TIO DUAS dirige-se de uma forma muito sensata e inteligente a sua Excia. Presidente Emilio Guebuza, e digo sensata porque there is no “real courses” nesta track o que me deixa com a impressão que DUAS CARAS acha mesmo que Sr. presidente vai ouvir a musica (eu espero que sim) e com o devido cuidado não há nenhum “porra”, “merda” e chega até a não dizer “puta” numa parte obvia, (even i said it back on my mind)…inteligente e maduro porque não se dirige como um “revoltado” que não mede termos adoptando ao revês uma postura critica, directa mas sobretudo sensata.
Tecnicamente falando, o refrão tem um feeling “maning nice” apesar de não me ter soado nada perceptível, o beat é forte, low bpm o que facilita e favorece muito DUAS CARAS.
“jet7” é a última track deste single, é evidente ser um street banga ao bom estilo west coast, bom refrão!!!
Nesta track DUAS CARAS critica o fenómeno de novo riquismo, “wannabismo” que assola as sociedades 3º mundistas em ascensão, daqueles que vivem para se mostrar, a pseudo-socialite, hipócrita e com preconceito racial, sorrisos amarelos e revistas cor de rosa…
BOM AMIGOS, espero que este review tenha despertado curiosidade em vocês e que queiram PEGAR O ORIGINAL deste single!!! 
Missao cumprida! One
Laton

FRANCIS abre o ano com Freestyle


Não é Francis Boy o kudurista,

mas sim o Francis da Tem Shine.
O rapper esteve a ser confundido com o kudurista do momento, dai manifestou a preocupação em desfazer o mal entendido mandando um Freestyle (improviso) para abrir o ano.
Aproveitamos a ocasião para perguntar quais são os planos para 2012, ao que adiantou-nos um trabalho em curso com READY NEuTRO e a apesou para que estejam todos preparados para a surpresa que a Tem Shine está a preparar um pouco mais para frente.

DINO CROSS MIXTAPE FREE DOWNLOAD

Fases do Rap Angolano! FREE DOWNLOAD!!!!
Fases do Rap angolano é a proposta que Dino Cross apresenta em forma de mixtape para dar a entender o percurso que o rap angolano teve nos primeiros anos da sua afirmação. Este é o volume I de III ou IV, e nela constam nomes como SSP, Nelboy das Da Burdha, Simimi Ni Moyo, Coligação Forever, Donna Kelly, Bell B, Girinha, GP, Afrodity, Yong Squad, Esquadrão 8, Big Squad, Grito de Consciência, Hemoglobina, Phathar Mak, Kool Klever, Ikonoklasta, MC K, Gutto, Warrant B, Army Squad, Negro Bue, Heavy C, Man Killa, Kalibrados, Leonardo Wawuti, Jeff Brown, Lizha James, Mr Arssen, Vui Vui, Extremo Signo e The Magic MC.
Parte das músicas são antigas e conhecidas e as outras nem tanta pelo menos pela nova geração de consumidores do rap feito por angolanos, para alem do valor documental esta mixtape torna-se mais interessante pelos remixs e misturas feitas nas músicas.
O critério da selecção musical foi aleatória entre as músicas que marcaram uma época, baixem e divulguem, afinal isso é historia.

Neyo, Kelly Rowland e Ludacris em Angola

Show Unitel boas festas!

Texto: DinoCross (twitter.com/dinocross) – Fotos: Edivaldo dos Santos (twitter.com/NiggaEdi)

Para encerrar o ano de 2011 em grande a STEP MODELS, realizou nos meados do mês de Dezembro o show boas festas UNITEL, no Estádio dos Coqueiros em Luanda. Espectáculo este que reuniu grandes nomes da música Angolana e internacional.

Os artistas nacionais seleccionados para abrilhantar a noite marcaram 2011 com muito sucesso, dai que Canicia, Ady Cudz, Yola Araújo, Zona Cinco, Big Nelo e Anselmo Ralph deram muita “Karga” ao show, quanto aos artistas internacionais, a organização acertou em cheio na escolha dos cantores americanos para o UNITEL BOAS FESTAS, Kelly Rowland, Neyo e Ludacris, foram anunciados e marcaram presença.

Neyo que com o seu talento tem vindo a conquistar muitos fãs em Angola, marcou a sua chegada ao pais com um actos de solidariedade, visitou o hospital pediátrico de Luanda e ofereceu brinquedos as crianças hospitalizadas, “Fiquei bastante comovido com o estado das crianças do hospital pediátrico, nunca vi nada igual” – disse horas antes do show.

O show começou minutos depois das 19 horas, com a entrada em palco da cantora angolanaCanicia, seguida de Ady Cudz que interpretou 3 temas, o ultimo com a participação da Yola Araújo que simplesmente arrasou na performance demonstrando assim uma vasta experiência e segurança em palco. Logo em seguida um guitarrista ao estilo rock, mostrou as suas habilidades levando o público ao delírio, era a entrada oficial da Zona Cinco, a reacção não poderia ser diferente, 100% de aceitação, sem duvida os donos do sucesso, Big Nelo é outro que não fica atrás, canta e dança e o seu estilo energético é e contagiante, a uma dada altura o público pareceu hipnotizado ao vibrar com os passos do Fábio Dance, já o Anselmo Ralphcomo sempre começou a arrasar na entrada, desta vez os bailarinos apareceram como ninjas e foi um verdadeiro espectáculo para terminar a performance dos artistas nacionais.

Luzes apagadas, limpeza e mudança de cenário do palco marcou a entrada Kelly Rowland, senhora de muitos sucesso pelas Destiny Child e a solo, conquistou Luanda com uma rica performance, cheia de dança e sensualidade, o público mostrou que sabe cantar as músicas, dai que acompanhou temas como Dilema, When Love Takes Over e outras, as fotos e o video ilustram um pouco do momento vividos daquela noite.

Apesar de Ludacris ser o homem de cartaz, Neyo com a sua performance interagiu melhor com o público, principalmente o feminino, que não se intimidaram e acompanharam todas as músicas, muita emoção naquele momento e algumas pessoas não conseguiram controlar-se, a jovem Maura Costa é o exemplo prático, minutos depois da entrada em palco do Neyo, desmaiou e foi levada de emergência até a ambulância que estava no local para ser reanimada.

“When I move, you move, just like that “ assim entrou Ludacris a cantar “Stand Up” uma das suas músicas mais populares, foi o momento mais alto da noite, Ludacris antecipou dizendo que a sua actuação é especialmente dedicada aos seus verdadeiros fãs que quase morriam de tanta emoção, foi um repertório curto mais bem seleccionado.

Com este show a Step Models e a Unitel atingiram a sua meta, espera-se que para o ano mais motivos de género tornem a operadora e os seus clientes próximos mais próximos.