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CHABBA
CHABBA é um ex- elemento do grupo S.U. Que nos anos de 2000/2004, apareceu com uma música interventiva intitulada estudo actual. Depois da dissolução do grupo não parou e começou a fazer os seus trabalhos a solo.
Participou em vários trabalhos discográficos, último dos quais o mais recente álbum dos KONSCIÊNCIA`CTIVA onde se destacou, tendo participado em três tracks.Está neste momento a preparar a sua primeira obra discográfica no estúdio POR DETRAZ DAZ KOIZAZ, mas enquanto o disco não sai, vai cuspindo algumas cenas. Deixou aqui a sua Mixtape que em breve estará nas ruas, com a participação de KONSCIÊNCIA`CTIVA que no beat do twista mostraram uma vez mais serem os mais rápidos do país(Angola).DOWNLOAD
O som é completamente em estilo mixtape e o beat pode ser encontrado numa compilação de beats feita pelo mesmo, e com previa autorização aquando do lancamento da mesma, ABSINTO cuspiu umas laminas verbais.
Reinvenção é o titulo da track que este rapper designer vos oferece, façam o download e não deixem de deixar o vosso comentário para que se faltar alguma coisa no mano, aqui estamos todos para ajudar.
REINVENÇÃO – DOWNLOAD
Depois de uma exaustiva campanha para a divulgação do Album na Linha da Frente, usando as mais inteligentes ferramentas e estractegias de Marketing, dia 8 foi de certeza o dia do juizo final, acreditamos q na noite antecedente os gprOs nao apanharam sono devido a tamanha ansiedade, mas qual rocha, qual heater o que, diz o ditado que o bem vence sempre o mal e assim foi, as pessoas de bem, aquelas pessoas que não fica bem os chamar de fãs, que carinhosamente são tratados por gprO Friends aderiram em massa e provaram a todos que é possivel sim valorizar o trabalho daqueles que dedicam o seu tempo em nos proporcionar boa música.
Também é verdade que muitos não conseguiram passar por lá por causa dos efeitos do dia do homem e por causa da crise economica, nos ausentes, falta vermelha para as figuras públicas, sobretudo as da classe artistica que não conseguiram dar aquela força, aquele abraço de irmão, mas ainda sim foi uma festa, a confirmação foi o ambiente colorido vivido na after party no Ice lounge.
NOVIDADE PARA ANGOLA
Os gprO Friends de Angola podem respirar aliviados, não precisam pedir a ninguem para enviar o disco por e-mail, os blog’s lusohiphop e blog Dino Cross já pensaram na necessidade que ter o disco da gprO, então apartir de agora começamos a marcha para o dia da venda do álbum em Angola, que será ainda neste mês e em duas actividades, última sexta-feira do mês e no show da Masta K produções dia 30 de Maio no Elinga Teatro. não perca tempo e reserve já o seu exemplar original , envie SMS para 923592486 ou 923561673 com o texto: reserva gprO, em seguida o seu nome. ex.: “reserva gprO, Jacinto”.
Desta forma a nação hip hop começa tornar-se mais forte, dê o seu contributo.
Lizha James trás no seu mais recente disco o remix de uma música de Jimmy Dlu Dlu com o titulo totté, tema que leva-nos a década 80 exactamente no top dos mais queridos da Radio Nacional de Angola, altura em que poderiam participar do concurso artistas estrangeiros segundo Afonso Quintas, assim sendo o Top dos mais queridos teve a participação de um moçambicano que chegou até ao segundo lugar com a música totté, alguns angolanos deverão lembrar-se da música pelo sucesso e pela lenda em torno dela, lembrar que desde a década 80 até aos dias de hoje, algumas famílias ao explicarem as crianças que não devem brincar com o fogo usam o termo totté dando significado a “perigo!!! isso queima, isso doi” , desta forma o termo totté embora não sabermos o seu exacto significado, marcou a infância de muitos jovens angolanos.
Contamos esta historia ao Bang e este por sua vez, propôs a Lizha James que fizessem o video dedicando assim aos angolanos, é claro que foi uma feliz conscidência, afinal a Lizha sempre quis fazer video desta música.
Para ver o making off do video e a versão ao qual Lizha James fez o remix
Vem ao Mafalala Libre, dia 6 de Maio, Quinta-feira, 21H00,
CELEBRAR COM AZAGAIA,
os seus 20 e … anos de vida.
Com direito à fatias de bolo, com os seguintes ingredientes:,
Mistura de Azagaia com:
1-Miguel Xabindza (Guitarra e voz)
2-Muzila (Saxofone)
3-Alcídes (Mbira)
4-Ras Haitrm (Voz reggae)
5-Isabel Novela (voz)
E mais surpresas no creme do bolo.
Projecção da curta metragem Malha, para a digestão.
Entrada: 150 MT
Saída: Mahala
Video
Case – Vira a Cara Remix (Feat Cam & K9)
http://www.mediafire.com/?yjnyenzyydi
VIDEO YOUTUBE
http://www.youtube.com/watch?v=KcNH4Tn1V7E
Aqui tem as musicas do meu Mixtape… espero que baixem escutem e me deem o vosso parecer sobre as musicas
Case – Hora Impropria(Case Prod)
http://www.mediafire.com/?r0yydtyeeyn
Case – Vira A Cara(Case & Rusga Prod)
http://www.mediafire.com/?25zz23mozk5
Case- Burlar (mix tape)
http://www.mediafire.com/?lrwyy2ztxkx
Case- Freira (mix tape)
http://www.mediafire.com/?indjwjrqjzk
Case ft. Manyanga- Letras com matematica(Hot Boy Prod)
http://www.mediafire.com/?ty1mywt4t5f
Case- Gingas mais que quem(Case prod.)
http://www.mediafire.com/?2mmjwnom24n
Case- Mulher Para Casar (ft.k9)
http://www.mediafire.com/?zjwo0iunjn2
Case- Run This Town (mixtape)
http://www.mediafire.com/?nz5atymijwn

LUSOFONIA Awards
Artiste of the Year
Lizha James – Mozambique
Best Male Artist
Ralph Anselmo – Angola
Best Female Artist

Dama do Bling – Mozambique
Lizha James – Mozambique
Best Album
O Cupido – Ralph Anselmo – Angola
Best African Collaboration
Put it down – Sasha P/Dama do Bling – Nigeria/Mozambique
Voodoo – Lizha James/Mandoza – Mozambique/South Africa
Best Music Video
Estilo Xaxhale – Lizha James – Mozambique
Best Video producer
Andinos Visuals – Angola
DJ Marcell – Mozambique
Best Beat maker
Bue d beats – Angola
Demoramos a publicar e de certeza que muitos até já viram postados noutros blogs, tais como: cenas que curto e madtapes, mas está aqui para quem ainda não tem a mixtape Hiphopnotizando do grupo de Hip Hop do bairro Hoji ya Henda em Luanda, neste momento a mixtape está praticamente finalizada, restando apenas a fase de edição.


Na verdade os artistas evitam falar sobre este assunto, porque não aceitam como ele é abordado na rádio, muitos chegam mesmo a dizer que Miguel Neto(o apresentador do programa), não procura só apelar a originalidade dos artistas no caso de confirmar-se plágio, mas também e com principal interesse manchar a sua imagem, sobretudo quando já tiveram situações de dissabores. E porquê estamos a tocar nesta ferida? porque depois de alguns anos parado, o plagiomoto volta a rádio e a criar indisposição aos artistas. Segundo Miguel Neto na altura em que criou o espaço, o plagiomoto é o espaço em que os artistas são chamados a investirem na originalidade. “Nível!!!” como é chamado pelos mais chegados, falando-nos oficiosamente reconhece que “Quanto ao sample ser arte lá isso é verdade, mas precisa o artista mencionar que fez”.
Beat Keepa (TRACK RECORDS)
BLOG: No seu entender o que é sample?
BeatKeepa: Sample: não precisa ir muito longe, a própria tradução para português por sí diz tudo. “amostra”, fazer sample para mim é pegar uma amostra de uma musica e dar uma nova forma de estar. O mérito do “samplador” está na criatividade e visão.
BLOG: O plagiomoto apresentou algumas músicas como Plagio, que denominação das a estas músicas, plagio ou sample?
BeatKeepa: Na minha opinião é puro plágio. o plagio começa a partir do momento em que a pessoa não divulga a fonte em que extraiu a amostra e em alguns casos nem se trata de extraír amostra mas sim refazer a música. Na minha opinião é plágio sim porque rouba o mérito de quem compôs a música original.
BeatKeepa: Aí deixa de ser plágio e passa a se chamar roubo. A actitude de qualquer das maneiras é errada
Blog: Mesmo citando a fonte?
BeatKeepa: Sim porque passa a ser uma questão de dinheiro, estarás a ganhar dinheiro as custas de uma pessoa que não ganha nada e nem te autorizou. É menos grave que o plágio mas também é incorrecto. Principalmente quando a musica tem objectivos comerciais.
BLOG: E o correcto o que é? pedir autorização a Michael Jackson (exemplificando) por uma música sua
BeatKeepa: O correcto seria fazer a musica, entrar em contacto com o autor e/ou Editora que detém os direitos da obra e pedir autorização, negociar os termos de uso e dividir os lucros se autor assim o exigir. Temos que respeitar sempre o dono da obra. Eu particularmente já fiz muitas “boas” músicas mas não cheguei a lançar por não encontrar acordo com o autor.
BLOG: E em relação os softwares de produção musical estes trazem samples, que quase todos os produtores usam, usar estes samples nao é plagio? se sim afinal a que se deve a existência destes sons no software
BeatKeepa: falando de softwares de renome não vejo como correr esse risco porque eles não colocam trechos de musicas registadas nos software, falando do reason, protools, cubase, etc. Os trechos que eles colocam nos programas foram feitos por eles mesmos e as vezes colocam alguns loops de beat simplesmente o que não é plágio.
BLOG: E quando há coincidências de trechos usadas em duas músicas? este Facto aconteceu com Phathar Mak(Angola) e os DRP(Moçambique) nas músicas “Coisas da Vida” faixa nº 4 do álbum sangue, suor e lágrimas e faixa nº 4 do álbum “Era uma Vez” respectivamente. (Phathar Mak Vs DRP – MIX – DOWNLOAD) (*)
BeatKeepa: Eu acredito que essa questão seja muito complexa e merece um estudo mais profundo e ser julgado por profissionais de direito mais competentes. mas na minha modesta opinião o produtor que se preze tem que evitar melodias já compostas. Os fazedores dos programas o fazem para vender pois sabem que os programas além de serem utilizados por profissionais muitos amadores também “brincam” de fazer musica. Eu não aconselho a usar melodias compostas porque corres o risco de desprestigiar o teu trabalho.
BLOG: Neste caso as mixtapes editadas e comercializadas? que comentários tens a fazer?
BeatKeepa: Honestamente eu não concordo com essa “nova” tendência de usar as mixtapes para desrespeitar as obras dos músicos. Pegar instrumental americana sem autorização e gravar uma nova musica na minha opinião é uma palhaçada e um retrocesso as conquistas conseguidas com com muito suor por vários artistas que trabalharam para fazer o hip hop lusófono ser respeitado.
BLOG: Mas estes americanos deixam seus instrumentais na internet com que propósito afinal? não será para usarem nas mixtapes?
BeatKeepa: O propósito é exactamente esse. vocês ainda não se aperceberam da estratégia dos americanos. Nós estamos a ser mentalmente escravizados. Quanto mais nós os emitarmos mais longe estamos de os alcançar.
BLOG: Então concordas que o plagiomoto deve continuar?
BeatKeepa: ya, concordo e gostaria de implementar aqui em Moçambique se tivesse disponibilidade de tempo. É importante para mostrar quem trabalha e quem é abutre. O abutre aproveita-se do esforço dos outros, não vai a caça fica a espera dos caçadores acertarem e depois fica a comer nos restos sem autorização.
BLOG: últimas considerações
BeatKeepa: Precisamos criar, eu não sou contra sample mas aconselho duas coisas.
1. evitar fazer dinheiro com as obras dos outros.
2. sempre que possível buscar samples cá em África (devidamente autorizado, claro) não sou nenhum santo mas se tiver que fazer um sample pelo menos revelarei a fonte.
DjO (GprO)
BLOG: No seu entender o que é sample?
Djo: Wikipedia = In music, sampling is the act of taking a portion, or sample, of one sound recording and reusing it as an instrument or a different sound recording of a song.
Traduzido pelo google = Na música, a amostragem é o ato de tomar uma parte, ou amostra, de uma gravação de som e reutilizá-la como um instrumento ou uma gravação de som diferente de uma canção.
Não serei eu a inventar a roda, achava que já tínhamos passado o tempo de supormos ou cada um ter a sua opinião sobre algo que já está definido…Mas já que insistem : Sample para mim é um trecho, geralmente curto, de uma música existente que é reutilizada de variadissimas formas podendo-se assim criar e tocar uma nova música.
BLOG: O plagiomoto apresentou algumas músicas como Plagio, que denominação das a estas músicas, plagio ou sample?
Djo: Das que ouvi, apenas deram exemplo concreto com a música da Pérola por isso só posso comentar. Será plágio se não compraram os direitos de autor da música para produzir uma versão em português. Se isso foi feito, não se trata de plágio, trata-se de fazer uma versão autorizada de uma música já existe. Se não foi feito…bem…
BLOG: De acordo com o seu conceito de sample quando é que essa pratica é considerada plagio?
Djo: Há países com isso estipulado é bem regrado. Se a tua musica é semelhante a de outro, passa a ser plágio se tiver um numero X de “tempos” ou compassos em que as notas e as progressões ou outras características da musica for idêntica torna-se plágio. Não há nada a inventar, outros já o estudaram.
Mas isso se aplica mais quando se cria musicas semelhantes. Quanto ao sample, poderemos facilmente ser chamados de plagiadores se cortarmos 4 a 8 tempos de uma música e colocarmos em baixo os drums e tá a andar…Eu chamaria de MAU SAMPLING mais que outra coisa, mas essa é a minha opinião.
BLOG: há muitos plágios em Moçambique?
Djo: Em Moçambique existe e há varios anos e continua. Várias pessoas pegam em hit´s internacionais, recriam o beat igualzinho, claro que a sonoridade é diferente pelos meios de produção e mistura, e depois cantam em português ou outra língua. Mesma melodia, outra língua… Existem vários a fazer isso, mas há um que se destaca porque faz muito sucesso e poucos percebem pois esse não copia hits internacionais modernos, mas alguns menos populares e mais antigos, então faz-se passar por grande produtor.
BLOG: Que incentivos tu deixas para quem pratica o samble?
Djo: Não preciso incentivar…quem está a criar realmente sabe que o faz e por isso nunca se deixará abater pela ignorância ou inveja de outros . . . O sampling é uma arte, o sampler é o instrumento moderno. É só andar para a frente…
BLOG: Última pergunta, do rap feito em Angola maioritariamente o que já ouviu é sample ou produção? ja identificou algum plagio?
Djo: O sample é produção… mas percebo a pergunta. Não sei dizer porque não acompanho com tanta intensidade. Identifico muito estilo americano em alguns casos (mais que em Moçambique), noutros a parte angolana bem patente nos sons…plagio, o último que me lembro foi um sucesso RnB vosso de há uns 5 anos atrás…Mas como disse, não acompanho o suficiente para opinar com segurança.
NOTA:
Esta reportagem não é um beef nem incentivo para criar-se desarmonia com o Programa RC ou o seu apresentador Miguel Neto, quando se pensou em fazer isso, solicitamos e nos foi enviado alguns trechos passado no espaço plagiomoto para a analise e apreciação da comunidade hip hop espalhada na diaspora.
Façam download do plagiomoto e não deixem de comentar se é plagio ou sample
(*) – musica completa de Phathar Mak e os DRP usada neste texto – DOWNLOAD
PLAGIOMOTO – DOWNLOAD