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PAUL G – Novo SINGLE

Paul G tem estado a preparar cuidadosamente o seu disco, que segundo ele está pra breve, tempo este que os fãs recusassem em esperar, diante de tanta pressão, o cantor sentiu-se obrigado a disponibilizar o single, The feeling com a participação de MAEZEE do grupo TEARGAS.
The feeling (Paul G feat. MAEZEE from TEARGAS) – DOWNLOAD

VALETE, SHAGGY E KID MC COMPÕEM O NOVO ELENCO DO LUANDA BLUE FEST

LUANDA BLUE FEST MUDA E AUMENTA O CARTAZ
Luanda, 04 de Maio de 2011 – É já no próximo dia 21 de Maio que o maior festival de música alguma vez realizado em Angola terá lugar e as mudanças de última hora no cartaz do Luanda Blue Fest vão certamente contribuir para encher o mítico Estádio dos Coqueiros em Luanda porque aumentam o número e a qualidade dos artistas em palco.
A Blue, líder do mercado de refrigerantes de sumo de fruta e patrocinadora do festival, informa que por razões alheias à sua vontade, fez algumas alterações no seu programa.
Desta feita, o rapper Snoop Dogg não fará parte do cartaz, tendo pedido desculpas ao povo angolano através de uma mensagem enviada à organização. O rapper americano vai ser substituído pelo Jamaicano Shaggy, um artista de renome.
Para tornar o evento bem mais bombástico, foi igualmente acrescentado o rapper Português Valete e o incorrigível Angolano KID MC, sendo que os demais nomes que compõe o cartaz, nomeadamente, Cabo Snoop, Puto Português, Buraka Som Sistema e Dj Malvado mantêm-se.
Ao todo são 7 estrelas que correspondem aos 7 anos de sucesso da marca Blue em Angola. O festival começa no dia 21 de Maio por volta das 1700 horas com o Cabo Snoop, seguido do Buraka Som Sistema, Kid MC, Valete, Puto Português e termina perto da meia-noite com o Shaggy.
O DJ Malvado irá actuar no início e nos intervalos de cada concerto.
O objectivo principal do evento é encher o mítico estádio com 20.000 fãs de música e de Blue. A Organização lamenta no entanto o sucedido, mas promete brindar os seus fiéis consumidores de momentos inesquecíveis durante o show.
Só uma Superbrand como a Blue é capaz de angariar um elenco de luxo num único evento para ser partilhado com um público tão vasto. “A Blue é de confiança e não desaponta o seu público, razão pela qual reforçamos os artistas convidados para este evento”, considera o director de Marketing da Refriango, João Sampaio.
Dezenas de camiões irão encher o Estádio dos Coqueiros com toneladas de material de som, luz, instrumentos e refrigerantes Blue, para garantir que o 1º Luanda Blue Fest será um espectáculo bombástico.
Cerca de 300 agentes de polícia e centenas de seguranças irão estar presentes no local para garantir a ordem pública durante o evento. Haverá ainda um balão de ar gigante no estádio estampado com a marca Blue.
Para aquelas pessoas que já adquiriram o ingresso, estes continuam válidos, sendo que para os que quiserem reembolso, os mesmos serão efectuados nos locais em que adquiriram.
A organização disponibilizou cerca de 20.000 bilhetes nos locais de venda habituais em Luanda e em vários pontos do país. O estádio terá ainda uma zona VIP para cerca de 1.000 pessoas.
A Blue é a maior marca de refrigerantes de sumo de fruta de Angola e é a jóia da coroa da Refriango, que conta com 2.200 colaboradores e a maior fábrica de bebidas em Angola.
Vem. Participa. Faz a festa com a nossa Blue para que o Estádio dos Coqueiros fique cheio de emoção, energia e boa disposição. O Luanda Blue Fest será uma grande festa na tradição do que a Blue tem habituado os angolanos
Luanda Blue Fest, a vida é uma festa!

REVISTA CARGA JÁ NAS RUAS

Finalmente!!!! Não é de hoje que se ouve falar da revista “CARGA – Magazine da Música”, finalmente está nas ruas de Luanda. A CARGA não é a primeira, nem a segunda revista dedicada ao Hip Hop Angolano, na verdade a CARGA é bem mais abrangente mas com especial atenção para o hip hop, a primeira edição demorou a sair mas cá está, nada que se compare a pequenos projectos, está ao nível das melhores revistas do pais, design limpo e suave, fotos bem tiradas, claro (SAMURAI).
Só um aspecto realça a minha preocupação, senti falta dos princípios básicos do jornalismo na Rública “BABÁDOS – comentários, rumores, destaque” quem o escreve parece que deixou escapar insatisfações e dúvidas, é bem verdade que o conceito deste espaço é livre e não obedece a um rigor maior, mas diz o jornalismo que emitir opiniões próprias é pecado, referindo-me ao que se escreveu sobre o Dji Tafinha e Phathar Mak, já agora rectificando o texto, Phathar Mak não foi nomeado o rapper do ano, mas sim a sua música “Amizade” foi considerada o rap do ano, quanto aos critérios, de acordo com o Salú Gonçalves, um dos responsáveis chefes do top Radio Luanda, termina-se música do ano a mais solicitado pelos ouvintes durante um determinado período. Mas quem sou eu para atirar pedra no telhado dos outros?
Esparamos que as fotos ilustrem bem a qualidade que a CARGA trás, como se diz nas ruas “Né por mali”, mas a REVISTA CARGA vai dar muita CARGA, apenas 600kz, leve pra casa o que de bom se faz na banda.

Nem tudo é verdade! (Direito de Resposta)

A finalidade deste texto é repor a verdade, um debate sobre a divulgação da música moçambicana, exibido no programa Atracções da TV Record Moçambique, terá sido o incentivo para a elaboração deste artigo respondendo a afirmações de um dos convidados. Foram chamados a intervir Dj Mandito, Fabrício Sabate, Nuno Abdul, Dj Relâmpago e Romeu Pascoal, e estes criticaram o facto de que as rádio em Maputo não divulgam a música local e dão preferência a música internacional.

Muita verdade foi dita, mas não cabe a mim realçar aspectos internos, vou direccionar a minha atenção aos factos que me diz respeito como activista do intercâmbio cultural entre Angola e Moçambique, nem tudo é verdade sobre o que o DJ MANDITO disse – “…Nós temos que fechar, barrar estas músicas, barrar músicos, temos que arranjar uma maneira de tentar fechar, ninguém toca música, em Angola fazem isso, basta saberem que é Moçambique ninguém toca, eles barram, nós temos que ser assim”, ISSO NÃO É VERDADE “… em Angola fazem isso, basta saberem que é Moçambique ninguém toca” É MENTIRA ISSO, não tenho nada pessoal contra o DJ Mandito, nem estou a lançar nenhum “beef”, pelo contrario, é como disse no principio a finalidade é repor a verdade, e repetindo esta afirmação é infundada “… em basta saberem que é Moçambique ninguém toca” deixa dizer que de facto a música da Júlia Duarte foi bem recebida em Luanda e os ouvintes da Rádio Luanda chegaram a pensar que fosse a Yola Semedo ou a Ary a interpretar, isso porque o Almir Agria (ex-radialista da Rádio Luanda), enquanto tocava a música da Júlia Duarte, fez um concurso no seu programa a perguntar quem canta, é natural que os ouvintes confundam os artistas sobretudo quando não conhecem o interprete, a ideia foi mesmo promover a música, tal como a Júlia Duarte, também aconteceu o mesmo com a Dama do Bling onde os ouvintes até ligavam a pedir as músicas e sem medo de errar encerrou 2010 a tocar todos os dias na Rádio Luanda. A verdade é que não toca música moçambicana em Luanda como a angolana toca em Moçambique, mas toca, muito pouco mas toca, quem tiver dúvida pergunte ao Imo Cabir se ele não ouve “Damas do Hi5” nas rádio de Luanda, o Afonso Quintas não toca a música da Lizha James, mas a minha questão aqui não é se toca ou não toca, mas sim as as afirmações do DJ Mandito que não correspondem com a verdade.

A divulgação da música regional nas rádios não é só um problema em Moçambique, diz-se muito que em Maputo prefere-se a música angolana em detrimento da música moçambicana, em Angola vive-se a mesma situação, a música local toca em menos percentagem que a Cabo-verdiana e Brasileira e quando toca muito a angolana, o artista provavelmente entrou em acordo com os radialistas (infelizmente isso é uma realidade não só em Angola mas também em muitos outros países onde o mercado musical gera muitas receitas).

Há 10 anos atrás haviam muitos debates sobre a valorização da música angolana, não tendo efeitos positivos, os artistas procuraram perceber o que há na música cabo-verdiana que agrada mais aos angolanos em relação a sua própria música, dai investiu-se em fazer música que tenham o mesmo nível de aceitação, surgiram fenómenos que revolucionaram a industria musical angolana e internacional “a tarraxinha, o kuduro com rima e actualmente o novo semba” quanto a divulgação o meio usado não foi a rádio, mas sim os candongueiros (chapas em Moçambique), quer dizer o sucesso começava nas ruas e as rádio depois não tinham alternativa, tinham que tocar, porque os ouvintes pedem. Os candongueiros em Angola são o principal meio de transporte, os artistas oferecem as suas músicas que acabam sendo divulgadas todos os dias durante a viagem e chegam mais rápido ao público. A música windeck ganhou vida usando o recurso Bluetooth dos telemóveis e são essas as alternativas em pratica actualmente. É bem verdade que esta pratica pode não funcionar correctamente em Moçambique, mas o facto é que em Angola nunca se fechou a porta para a música cabo-verdiana e brasileira, aprendeu-se a conviver com ela, não agrada a todos mas Jhonny Ramos e Nelson Freitas ainda são encosto para muitos artistas angolanos que justiçam o insucesso no sucesso dos artistas que dedicam-se em apresentar um bom trabalho.

Estes são os factos, ninguém em Angola tem indisposições em relação a música moçambicana, artistas como a Lizha James, Dama do Bling, Mc Roger, Neyma, Duas Caras, Azagaia, tem o mérito reconhecido em Angola e discos como da gprO, G2, Iveth, Dama do Bling e Azagaia foram comercializados e bem aceites em Angola.

Dino Cross

BRUNA TATIANA ESTÁ DE VOLTA

“Ninguém pode travar este ataque sempre serei figura de destaque”, foi assim que ela começou a primeira música do álbum que a popularizou, dona de um sucesso e carreira invejada, Bruna Tatiana anuncia o seu regresso a música com este video filmado por Dj Marcel em Moçambique.
Neste momento em fase de promoção para o novo álbum vamos desejar a “BT” êxitos e aos que gostam da música temos duas músicas para recordarmos um pouco desta angolana que já deu mais brilho ao sol.
BRUNA TATIANADOWNLOAD
ASSIM FOI O SHOW DE BOB DA RAGE SENSE

ASSIM FOI O SHOW DE BOB DA RAGE SENSE

MC K, Kool Klever, Bruno Boy e Leu Bone sobre a chancela da Casa de Ideias, realizaram o tão esperado show de Bob da Rage Sense que veio a acontecer no dia 27 de Fevereiro do corrente ano no Cine Atlantico e que contou com a participação de vários artistas que souberam entreter o público que preencheu o recinto não só com a sua presença mas também pela satisfação em fazer parte de um bom show de hip hop.

A carga começou com o grupo de b.boyz Extilo Urbano, em seguida Dr Romeu cantou e deixou a sua marca com um freestyle em acapela, seguiu-se X da Questão, Extremo Signo, Army Squad, Ikonoklasta, Phay Grande, Fuse e para fechar a noite em grande Bob da Rage Sense que mesmo não vivendo em Angola conseguiu com o seu vasto repertório encher o cine Atlântico, uma actividade nada fácil nos últimos meses.

Mas antes mesmo de começar a festa, tivemos uma feira de venda de discos, com destaque ao lançamento e venda da mixtape ponto de interrogação de X da Questão na bancada da Cerebro Records que também apresentou a compilação da label, os discos da Iveth, G2 e Gpro, noutra bancada estava a vender o seu disco um dos grandes activistas de hip hop em Angola o Lukeni Fortunato que dividiu espaço com Corleone que esteve a vender a sua mixtape, algumas das obras de Bob da Rage Sense também foram bem vendidas, mas surpresa foi ver a bancada da Masta K a vender discos do Azagaia (já não tinham acabado afinal?), que mais uma vez deixou ficar evidente a sua aceitação e popularidade em Angola.

Um facto que já não dá para esconder é o clima salgado que ficou entre a organização e a Madtapes, na conferência de imprensa que antecedeu ao dia do show, os bloggers não deixaram de perguntar porquê que não teriam Kid Mc num show de underground consciente, e em que pés andam as relações do Bob da Rage Sense com a Madtapes, mesmo com muito esforço para mascarar a verdade, todos perceberam que as coisas não estavam bem, e deu-se a perceber isso quando vimos Samurai a comprar ingresso e ter assistido ao show como um espectador comum, é a primeira vez que se vê num show desse nível dispensarem o contributo deste activista e dj de hip hop que é o homem da Madtapes, que através de uma conversa no facebook falou-nos: “não há beefes nenhum, apenas tamos a preparar um mega show de Kid Mc no pavilhão da cidadela já em Março, e pretendemos criar o maior impacto possível para este evento, ora o Kid aparecendo no show do Bob, tiraria impacto no seu mega show, são por estas razões que estou a dizer, estamos a falar de um mega show… todo cuidado com a estratégia de marketing é importante” – lamentou. Comportamento bem compreensivo sim, só foi uma pena as coisas terem acontecido num intervalo de tempo curto impossibilitando assim Kid Mc de participar da festa, diante disso só o tempo pra adoçar os ânimos.

ARMY SQUAD NUM SHOW DE RAP UNDERGROUND

Por serem considerados grupo de rap comercial em principio temia-se que seria vaiados, afinal quando no principio do show anunciou-se a sua presença a sala ficou dividida, mas em palco a Army mostrou mais uma vez o seu potencial, cantaram e encantaram, vimos uma fotografia bonita do público com as mãos no ar, estão de parabéns sim, como diz o Briguel Brizzo “a Army Squad é dos poucos grupos do rap angolano, que não têm hater fieis”

EFEITO AZAGAIA NO SHOW DE BOB DA RAGE SENSE!!!!

Quem foi ao show de KID MC em Dezembro de 2009, ficou a saber que embora não ter-se programado isso, a performance do AZAGAIA levou o público a desrespeitar algumas figuras políticas do pais, situação que deixou desconfortável organizadores e patrocinadores, desta vez o Matafrakos aka Ikonoklasta imbuído de uma ideologia que surpreendeu até aos mais undergrounds, desrespeitado a todos os organizadores e patrocinadores incentivou o povo a faltar com respeito a figuras políticas do pais e não achando suficiente apelou a um comportamento semelhante ao que tem vindo a acontecer nos países árabes. É claro que ninguém gostou da ideia e deixou preocupado os organizadores que lamentaram esta atitude que reconheceram terem tido dificuldades em conseguir patrocínio e espaço para a realização de show de rap underground por quase sempre caminharem para o descontrole da ordem pública.

O DJ BomberJack

Tudo o que se tem a dizer é que o mano deu Karga mesmo, tido como um dos melhores Dj’s de hip hop em Portugal, posto em Luanda não deixou de honrar o seu nome, a formula já sabemos, old school music pra animar e o resultado foi saldo positivo, a organização está de parabéns por este grande show de Hip Hop

ABDIEL – O PURO WI

O Volume IV da Mixtape o Especialista vem ai e desta vez ABDIEL o fresco do momento como é bem conhecido, escolheu esse blog para a divulgação da música promocional que tem como titulo “Puro Wi (pesadelo)”.
Sobre ABDIEL não há o que açucarar, ninguém tem dúvidas das suas habilidades, faça download do e deixe o seu comentario.