Hip Hop Angola | Hip Hop Moçambique

Serviços: Design Gráfico | Motion Design | Jornalismo Cultural (Hip Hop) | Publicidade contacto: [email protected]

PAUL G – Novo SINGLE

Paul G tem estado a preparar cuidadosamente o seu disco, que segundo ele está pra breve, tempo este que os fãs recusassem em esperar, diante de tanta pressão, o cantor sentiu-se obrigado a disponibilizar o single, The feeling com a participação de MAEZEE do grupo TEARGAS.
The feeling (Paul G feat. MAEZEE from TEARGAS) – DOWNLOAD

Conheça a MUKHERU STUDIO

Tem crescido o interesse por músicas e videosclipes de qualidade feita em Moçambique, ultimamente os produtores e directores de video, tem sido bastante solicitados, por angolanos e não só, para quem pensa em trabalhar o seu projecto musical em Maputo, indicamos o Mukheru Studio, local que visitamos e comprovamos o alto nivel de qualidade exigido no mercado musical, para dar credibilidade a nossa reportagem, dê atenção as fotos e a carta de apresentação que se segue.

SOBRE O ESTÚDIO:

O Mukheru Estúdio foi construído nos princípios de 2010 e fundado nos finais do mesmo ano, por Dério “Sgz” Baloi; Nuno “Kaus” Zaqueu e Danilo “Kloro” Malele. A ideia de criação de um estúdio de gravação musical surge como forma de realizar um sonho pessoal de se tornar empreendedores numa area que dominam com a experiência adquirida ao longo dos vários anos que nela se encontram.

As nossas instalações obedecem o padrão exigido para a boa prossecução dos serviços por nós prestados e desta maneira garantimos aos nossos clientes e colaboradores inovação, conforto e qualidade. Nos correntes dias o espaço se encontra aberto para troca de experiência com o público interessado em trabalhos na área musical e de entretenimento com a perspectiva de desenvolvimento da indústria musical moçambicana que se encontra em próspero crescimento.

SERVIÇOS:

-CAPTAÇÃO MUSICAL;

-MISTURA;

-MASTER;

-SPOTS PUBLICITÁRIOS AÚDIO(eventos e empresarias);

-JINGLES;

-PÓS-PRODUÇÃO;

-INSTRUMENTAIS e PRODUÇÃO/ACOMPANHAMENTO MUSICAL COMPLETO; etc.

EQUIPAMENTO & SOFTWARES:

-KRK RP1O SUBWOOFER

-KRK VXT8 MONITORS

-RODE MICROPHONE

-BEATS BY DRE HEADPHONES

-SENNHESER HEADPHONES

-SAMSON MINI EQUALISER

-DEGIDESIGND MBOX2

-M-AUDIO PROFIRE 610

-EMU MIDI CONTROLLER

-SOUNDCRAFT SPIRIT F1 SOUND MIXER

-PROTOOLS 8.0 M-POWERED

-ABLETON LIVE

-SONAR

-SAMPLITUDE

-CUBASE

-REASON 5.0

-FRUITLOOPS


CONTACTOS:

Para mais informações e marcações de sessões no estúdio contacte-nos atráves dos seguintes números e endereço electrónico:

(+258) 82-5222917 ou (+258) 82-3510760

[email protected]

mukherumusic.blogspot.com

LOCALIZAÇÃO:

Av.Joaquim Lemos, nº56, r/c, Bairro Central (atrás do Ministério do Interior)

Maputo-Moçambique

Nuit: 400297045

Entidade Legal: 100204789

Estamos abertos de Segunda a Sabádo no período da 10h ás 20h e Domingos e Feriados no período das 13H ás 20H.

Gratos Pela atençao dispensada.

VALETE, SHAGGY E KID MC COMPÕEM O NOVO ELENCO DO LUANDA BLUE FEST

LUANDA BLUE FEST MUDA E AUMENTA O CARTAZ
Luanda, 04 de Maio de 2011 – É já no próximo dia 21 de Maio que o maior festival de música alguma vez realizado em Angola terá lugar e as mudanças de última hora no cartaz do Luanda Blue Fest vão certamente contribuir para encher o mítico Estádio dos Coqueiros em Luanda porque aumentam o número e a qualidade dos artistas em palco.
A Blue, líder do mercado de refrigerantes de sumo de fruta e patrocinadora do festival, informa que por razões alheias à sua vontade, fez algumas alterações no seu programa.
Desta feita, o rapper Snoop Dogg não fará parte do cartaz, tendo pedido desculpas ao povo angolano através de uma mensagem enviada à organização. O rapper americano vai ser substituído pelo Jamaicano Shaggy, um artista de renome.
Para tornar o evento bem mais bombástico, foi igualmente acrescentado o rapper Português Valete e o incorrigível Angolano KID MC, sendo que os demais nomes que compõe o cartaz, nomeadamente, Cabo Snoop, Puto Português, Buraka Som Sistema e Dj Malvado mantêm-se.
Ao todo são 7 estrelas que correspondem aos 7 anos de sucesso da marca Blue em Angola. O festival começa no dia 21 de Maio por volta das 1700 horas com o Cabo Snoop, seguido do Buraka Som Sistema, Kid MC, Valete, Puto Português e termina perto da meia-noite com o Shaggy.
O DJ Malvado irá actuar no início e nos intervalos de cada concerto.
O objectivo principal do evento é encher o mítico estádio com 20.000 fãs de música e de Blue. A Organização lamenta no entanto o sucedido, mas promete brindar os seus fiéis consumidores de momentos inesquecíveis durante o show.
Só uma Superbrand como a Blue é capaz de angariar um elenco de luxo num único evento para ser partilhado com um público tão vasto. “A Blue é de confiança e não desaponta o seu público, razão pela qual reforçamos os artistas convidados para este evento”, considera o director de Marketing da Refriango, João Sampaio.
Dezenas de camiões irão encher o Estádio dos Coqueiros com toneladas de material de som, luz, instrumentos e refrigerantes Blue, para garantir que o 1º Luanda Blue Fest será um espectáculo bombástico.
Cerca de 300 agentes de polícia e centenas de seguranças irão estar presentes no local para garantir a ordem pública durante o evento. Haverá ainda um balão de ar gigante no estádio estampado com a marca Blue.
Para aquelas pessoas que já adquiriram o ingresso, estes continuam válidos, sendo que para os que quiserem reembolso, os mesmos serão efectuados nos locais em que adquiriram.
A organização disponibilizou cerca de 20.000 bilhetes nos locais de venda habituais em Luanda e em vários pontos do país. O estádio terá ainda uma zona VIP para cerca de 1.000 pessoas.
A Blue é a maior marca de refrigerantes de sumo de fruta de Angola e é a jóia da coroa da Refriango, que conta com 2.200 colaboradores e a maior fábrica de bebidas em Angola.
Vem. Participa. Faz a festa com a nossa Blue para que o Estádio dos Coqueiros fique cheio de emoção, energia e boa disposição. O Luanda Blue Fest será uma grande festa na tradição do que a Blue tem habituado os angolanos
Luanda Blue Fest, a vida é uma festa!

Musicas PARA DOWNLOAD

Como sabem não temos conseguido actualizar o blog com frequência, sendo uma fase que procuramos ultrapassar o mais rápido possível, apelamos a vossa paciência e esperamos a maior compreensão.

Muito musica recebemos e a vamos partilhar logo em seguida em ordem aleatória.
DOWNLOADS

Demolidor com K9 – Renascer – DOWNLOAD
Guerra Fria – DOWNLOAD
Eddie Angel,Ace Money,Rainha da Sukata- Tcheca la – DOWNLOAD
Eu so quero as colegio – DOWNLOAD

Fat Soldiers –

Mixtape Mentes de Rua – DOWNLOAD

Metro (feat. Ganja (Eman), Subzero (Tafari),Emcee,Xeque-Mate) – DOWNLOAD
FDI Urano Mc Feat Demon e Slim Boy – Hustlin – DOWNLOAD
Negro Bué – Vou Morrer No Rap (feat. Double S, Abdiel) – DOWNLOAD
Dinomite – AKA Sumbana The saga continues – DOWNLOAD
Espalhar Terror.Feat.Girinha, Alibaba, CFK, Smallz e Vui Vui – DOWNLOAD
Dygo Boy – Nunca vimos – DOWNLOAD
B3MONEY ft bob sam,dice,kamas boy,tyrese,christal,
mr cooker,bilimbau-tas nesse way remixDOWNLOAD
Bilimbao – Eu nao Temo nada (Becos & Ruas Mixtape) – DOWNLOAD
Rold B & Rainha Da Sucata – Triplo R – DOWNLOAD
Dice – OpostosDOWNLOAD
Slim Nigga – Cinturão pretoDOWNLOAD
Hot Boy & Teknik ft. AfroTwins – Money Dance – DOWNLOAD
Imo Cabir – POSSO – DOWNLOAD
Brizzo feat Matita & Xdz – acendam as luzes – DOWNLOAD
Negócio, Visão e Mídia A Mixtape – Nigga EDI e Megga Skill – DOWNLOAD
Bilimbass- McRoger_Nekinha_Chissa-_s e Bashir Rapper (Mixtape)DOWNLOAD
SPC Ft K9,DYGO,SLIM NIGGA,BHONU-MERCADO MINADO remix – DOWNLOAD
Slim Nigga – Xitilo xa Vane – DOWNLOAD
Impro – Tuga & Moz (A Carta) Feat Sam The Kid – DOWNLOAD
CMC – Xtou de volta (BlackBerry Music) – DOWNLOAD

Trez Agah lança Euler Events

Com o intuito de dar outra dinâmica no movimento hip hop em moz, o gpro-rapper Trez Agah, realizou sob a chancela da Euler Events, a primeira edição do show “underbounce” no primeiro domingo do mês de Abril no Clube dos Empresários em Maputo.


Euler Events reúne amigos do consagrado rapper, que tencionam impor-se no mercado promovendo a cultura hip hop em Maputo, Underbounce procura unir rapper do underground e do bounce num único show, coisa nunca antes vista em Moçambique, segundo contou-nos Trez Agah.

O show começou com aquecimento dos microfones em freestyle, dos anónimos aos famosos ninguém deixou os créditos em mãos alheias, depois dessa fase vários rappers desfilaram skills, punchlines, rimas e muito flow no palco dos empresários, entre eles Dygo Boy, Sem Paus, Dynomite, Shakal, TiraTeimas, Micro 2, Timbone Ta Ja, Slim Nigga, Dylon, 2 Hustler, Massa Cinzenta, MasthaBad, Suky, B3MONEY, LCD e muitos outros manos que igualmente deram muita karga, entre os nomes anunciados para o show falta justificada para Duas Caras que estava a voar pra Johannesburg no momento do show pra compromissos profissionais.

(Mesa da Garagem, Loja de discos de rap lusofono e camisolas de artistas)

Entre todas as performance despertou maior atenção os B3MONEY com a coreografia do famoso hit “Tas nesse way” e claro que não houve quem não tenha ficado de boca aberta com o “exagero” não só da Turma do Exagero mais em particular o do grupo Haleluya que brindaram com o público usando mais de 10 garrafas de champanhe entre elas 5 de Moet Chandon, jorrando o precioso liquido para tudo quanto é lado excepto na boca. Haleluya é o novo grupo do Carbhono, Baby Shit, Xamoon e El Sky… e tem como maneger o G2.

As fotos ilustram um momento único vivido em Maputo organizado pela Euler Events que garantiu-nos que estão a espera que o tempo chuvoso passe para voltar a dinâmica.

(Rage, artista da Cotonete Records, representando a garagem)

Bizo a nova musica de Duas Caras (verdade)

No dia 1 de Abril publicamos uma musica como sendo a musica que marca o segundo regresso do Duas Caras a Gpro, foi 1 de Abril, no entanto foi a nossa brincadeira, em prol da data que assinalamos todos os anos da mesmo mandeira, para quem lembra-se na mesma data no ano passado noticiamos o união os 4 elementos fundadores dos SSP.

O nosso pedido de desculpas acompanha com a mas recente musica do Duas Caras para alimentar as ruas, deste vez é verdade.

KARA BOSS – BIZO – DOWNLOAD

REVISTA CARGA JÁ NAS RUAS

Finalmente!!!! Não é de hoje que se ouve falar da revista “CARGA – Magazine da Música”, finalmente está nas ruas de Luanda. A CARGA não é a primeira, nem a segunda revista dedicada ao Hip Hop Angolano, na verdade a CARGA é bem mais abrangente mas com especial atenção para o hip hop, a primeira edição demorou a sair mas cá está, nada que se compare a pequenos projectos, está ao nível das melhores revistas do pais, design limpo e suave, fotos bem tiradas, claro (SAMURAI).
Só um aspecto realça a minha preocupação, senti falta dos princípios básicos do jornalismo na Rública “BABÁDOS – comentários, rumores, destaque” quem o escreve parece que deixou escapar insatisfações e dúvidas, é bem verdade que o conceito deste espaço é livre e não obedece a um rigor maior, mas diz o jornalismo que emitir opiniões próprias é pecado, referindo-me ao que se escreveu sobre o Dji Tafinha e Phathar Mak, já agora rectificando o texto, Phathar Mak não foi nomeado o rapper do ano, mas sim a sua música “Amizade” foi considerada o rap do ano, quanto aos critérios, de acordo com o Salú Gonçalves, um dos responsáveis chefes do top Radio Luanda, termina-se música do ano a mais solicitado pelos ouvintes durante um determinado período. Mas quem sou eu para atirar pedra no telhado dos outros?
Esparamos que as fotos ilustrem bem a qualidade que a CARGA trás, como se diz nas ruas “Né por mali”, mas a REVISTA CARGA vai dar muita CARGA, apenas 600kz, leve pra casa o que de bom se faz na banda.

Nem tudo é verdade! (Direito de Resposta)

A finalidade deste texto é repor a verdade, um debate sobre a divulgação da música moçambicana, exibido no programa Atracções da TV Record Moçambique, terá sido o incentivo para a elaboração deste artigo respondendo a afirmações de um dos convidados. Foram chamados a intervir Dj Mandito, Fabrício Sabate, Nuno Abdul, Dj Relâmpago e Romeu Pascoal, e estes criticaram o facto de que as rádio em Maputo não divulgam a música local e dão preferência a música internacional.

Muita verdade foi dita, mas não cabe a mim realçar aspectos internos, vou direccionar a minha atenção aos factos que me diz respeito como activista do intercâmbio cultural entre Angola e Moçambique, nem tudo é verdade sobre o que o DJ MANDITO disse – “…Nós temos que fechar, barrar estas músicas, barrar músicos, temos que arranjar uma maneira de tentar fechar, ninguém toca música, em Angola fazem isso, basta saberem que é Moçambique ninguém toca, eles barram, nós temos que ser assim”, ISSO NÃO É VERDADE “… em Angola fazem isso, basta saberem que é Moçambique ninguém toca” É MENTIRA ISSO, não tenho nada pessoal contra o DJ Mandito, nem estou a lançar nenhum “beef”, pelo contrario, é como disse no principio a finalidade é repor a verdade, e repetindo esta afirmação é infundada “… em basta saberem que é Moçambique ninguém toca” deixa dizer que de facto a música da Júlia Duarte foi bem recebida em Luanda e os ouvintes da Rádio Luanda chegaram a pensar que fosse a Yola Semedo ou a Ary a interpretar, isso porque o Almir Agria (ex-radialista da Rádio Luanda), enquanto tocava a música da Júlia Duarte, fez um concurso no seu programa a perguntar quem canta, é natural que os ouvintes confundam os artistas sobretudo quando não conhecem o interprete, a ideia foi mesmo promover a música, tal como a Júlia Duarte, também aconteceu o mesmo com a Dama do Bling onde os ouvintes até ligavam a pedir as músicas e sem medo de errar encerrou 2010 a tocar todos os dias na Rádio Luanda. A verdade é que não toca música moçambicana em Luanda como a angolana toca em Moçambique, mas toca, muito pouco mas toca, quem tiver dúvida pergunte ao Imo Cabir se ele não ouve “Damas do Hi5” nas rádio de Luanda, o Afonso Quintas não toca a música da Lizha James, mas a minha questão aqui não é se toca ou não toca, mas sim as as afirmações do DJ Mandito que não correspondem com a verdade.

A divulgação da música regional nas rádios não é só um problema em Moçambique, diz-se muito que em Maputo prefere-se a música angolana em detrimento da música moçambicana, em Angola vive-se a mesma situação, a música local toca em menos percentagem que a Cabo-verdiana e Brasileira e quando toca muito a angolana, o artista provavelmente entrou em acordo com os radialistas (infelizmente isso é uma realidade não só em Angola mas também em muitos outros países onde o mercado musical gera muitas receitas).

Há 10 anos atrás haviam muitos debates sobre a valorização da música angolana, não tendo efeitos positivos, os artistas procuraram perceber o que há na música cabo-verdiana que agrada mais aos angolanos em relação a sua própria música, dai investiu-se em fazer música que tenham o mesmo nível de aceitação, surgiram fenómenos que revolucionaram a industria musical angolana e internacional “a tarraxinha, o kuduro com rima e actualmente o novo semba” quanto a divulgação o meio usado não foi a rádio, mas sim os candongueiros (chapas em Moçambique), quer dizer o sucesso começava nas ruas e as rádio depois não tinham alternativa, tinham que tocar, porque os ouvintes pedem. Os candongueiros em Angola são o principal meio de transporte, os artistas oferecem as suas músicas que acabam sendo divulgadas todos os dias durante a viagem e chegam mais rápido ao público. A música windeck ganhou vida usando o recurso Bluetooth dos telemóveis e são essas as alternativas em pratica actualmente. É bem verdade que esta pratica pode não funcionar correctamente em Moçambique, mas o facto é que em Angola nunca se fechou a porta para a música cabo-verdiana e brasileira, aprendeu-se a conviver com ela, não agrada a todos mas Jhonny Ramos e Nelson Freitas ainda são encosto para muitos artistas angolanos que justiçam o insucesso no sucesso dos artistas que dedicam-se em apresentar um bom trabalho.

Estes são os factos, ninguém em Angola tem indisposições em relação a música moçambicana, artistas como a Lizha James, Dama do Bling, Mc Roger, Neyma, Duas Caras, Azagaia, tem o mérito reconhecido em Angola e discos como da gprO, G2, Iveth, Dama do Bling e Azagaia foram comercializados e bem aceites em Angola.

Dino Cross

TURMA DO EXAGERO MUSIC


Nesta altura já é oficial TURMA DO EXAGERO MUSIC, já está na estrada como distribuidora e Label, e os rostos da Turma também já são conhecidos em Maputo e arredores, Dygo boy (MAGNEZIA) e Guyzelh Produções, para perceberem bem o significado que eles dão ao nome da label, os fundadores deste movimento popularizaram o termo “Vamos exegerar” e é isso mesmo, é um exagero a natureza das actividades de ambos, bem como o nível de vida, não admirem se um dia ouvirem que Dygo Boy lavou os dentes com Moet Chandton e Guyzelh usou Don Perignon para lavar as boxer, é exagero? afinal estamos a falar de quem? esta é a Turma do Exagero.

Oficialmente a label teve um bom arranque para não falar o melhor no ponto de vista promocional, artistas e grupos como Dinheiro Limpo, Lay low, Blanco , Ell Puto , T-reese , Yanda, Luana, Último Nível – Tek , Bhonu, Dygo, Duda, Daniela, Filippa, Mestria, Babe Snake, Breezy Hot, Queen, Yara, Makonde, Anneta e Kammy assinaram o seu vinculo com a Label no programa de televisão emitido ao vivo para o mundo pela Tv Record Moçambique.


A TURMA Tem como grande meta filmar um videoclipe por mês, projectar a imagem e desenvolver novos talentos para o patamar internacional.

O primeiro produto lançado pela Turma do Exagero Music é sem dúvida o tão esperado video de Dygo Boy – One.

DOWNLOAD – SINGLE PROMO (EXCLUSIVO)