Serviços: Design Gráfico | Motion Design | Jornalismo Cultural (Hip Hop) | Publicidade contacto: [email protected]


SOBRE O ESTÚDIO:
O Mukheru Estúdio foi construído nos princípios de 2010 e fundado nos finais do mesmo ano, por Dério “Sgz” Baloi; Nuno “Kaus” Zaqueu e Danilo “Kloro” Malele. A ideia de criação de um estúdio de gravação musical surge como forma de realizar um sonho pessoal de se tornar empreendedores numa area que dominam com a experiência adquirida ao longo dos vários anos que nela se encontram.

As nossas instalações obedecem o padrão exigido para a boa prossecução dos serviços por nós prestados e desta maneira garantimos aos nossos clientes e colaboradores inovação, conforto e qualidade. Nos correntes dias o espaço se encontra aberto para troca de experiência com o público interessado em trabalhos na área musical e de entretenimento com a perspectiva de desenvolvimento da indústria musical moçambicana que se encontra em próspero crescimento.

SERVIÇOS:
-CAPTAÇÃO MUSICAL;
-MISTURA;
-MASTER;
-SPOTS PUBLICITÁRIOS AÚDIO(eventos e empresarias);
-JINGLES;
-PÓS-PRODUÇÃO;
-INSTRUMENTAIS e PRODUÇÃO/ACOMPANHAMENTO MUSICAL COMPLETO; etc.

EQUIPAMENTO & SOFTWARES:
-KRK RP1O SUBWOOFER
-KRK VXT8 MONITORS
-RODE MICROPHONE
-BEATS BY DRE HEADPHONES
-SENNHESER HEADPHONES
-SAMSON MINI EQUALISER
-DEGIDESIGND MBOX2
-M-AUDIO PROFIRE 610
-EMU MIDI CONTROLLER
-SOUNDCRAFT SPIRIT F1 SOUND MIXER
-PROTOOLS 8.0 M-POWERED
-ABLETON LIVE
-SONAR
-SAMPLITUDE
-CUBASE
-REASON 5.0
-FRUITLOOPS
CONTACTOS:
Para mais informações e marcações de sessões no estúdio contacte-nos atráves dos seguintes números e endereço electrónico:
(+258) 82-5222917 ou (+258) 82-3510760
mukherumusic.blogspot.com
LOCALIZAÇÃO:
Av.Joaquim Lemos, nº56, r/c, Bairro Central (atrás do Ministério do Interior)
Maputo-Moçambique
Nuit: 400297045
Entidade Legal: 100204789
Estamos abertos de Segunda a Sabádo no período da 10h ás 20h e Domingos e Feriados no período das 13H ás 20H.
Gratos Pela atençao dispensada.
Como sabem não temos conseguido actualizar o blog com frequência, sendo uma fase que procuramos ultrapassar o mais rápido possível, apelamos a vossa paciência e esperamos a maior compreensão.
Euler Events reúne amigos do consagrado rapper, que tencionam impor-se no mercado promovendo a cultura hip hop em Maputo, Underbounce procura unir rapper do underground e do bounce num único show, coisa nunca antes vista em Moçambique, segundo contou-nos Trez Agah.
O show começou com aquecimento dos microfones em freestyle, dos anónimos aos famosos ninguém deixou os créditos em mãos alheias, depois dessa fase vários rappers desfilaram skills, punchlines, rimas e muito flow no palco dos empresários, entre eles Dygo Boy, Sem Paus, Dynomite, Shakal, TiraTeimas, Micro 2, Timbone Ta Ja, Slim Nigga, Dylon, 2 Hustler, Massa Cinzenta, MasthaBad, Suky, B3MONEY, LCD e muitos outros manos que igualmente deram muita karga, entre os nomes anunciados para o show falta justificada para Duas Caras que estava a voar pra Johannesburg no momento do show pra compromissos profissionais.
(Mesa da Garagem, Loja de discos de rap lusofono e camisolas de artistas)
Entre todas as performance despertou maior atenção os B3MONEY com a coreografia do famoso hit “Tas nesse way” e claro que não houve quem não tenha ficado de boca aberta com o “exagero” não só da Turma do Exagero mais em particular o do grupo Haleluya que brindaram com o público usando mais de 10 garrafas de champanhe entre elas 5 de Moet Chandon, jorrando o precioso liquido para tudo quanto é lado excepto na boca. Haleluya é o novo grupo do Carbhono, Baby Shit, Xamoon e El Sky… e tem como maneger o G2.
As fotos ilustram um momento único vivido em Maputo organizado pela Euler Events que garantiu-nos que estão a espera que o tempo chuvoso passe para voltar a dinâmica.
No dia 1 de Abril publicamos uma musica como sendo a musica que marca o segundo regresso do Duas Caras a Gpro, foi 1 de Abril, no entanto foi a nossa brincadeira, em prol da data que assinalamos todos os anos da mesmo mandeira, para quem lembra-se na mesma data no ano passado noticiamos o união os 4 elementos fundadores dos SSP.
O nosso pedido de desculpas acompanha com a mas recente musica do Duas Caras para alimentar as ruas, deste vez é verdade.


A finalidade deste texto é repor a verdade, um debate sobre a divulgação da música moçambicana, exibido no programa Atracções da TV Record Moçambique, terá sido o incentivo para a elaboração deste artigo respondendo a afirmações de um dos convidados. Foram chamados a intervir Dj Mandito, Fabrício Sabate, Nuno Abdul, Dj Relâmpago e Romeu Pascoal, e estes criticaram o facto de que as rádio em Maputo não divulgam a música local e dão preferência a música internacional.
Muita verdade foi dita, mas não cabe a mim realçar aspectos internos, vou direccionar a minha atenção aos factos que me diz respeito como activista do intercâmbio cultural entre Angola e Moçambique, nem tudo é verdade sobre o que o DJ MANDITO disse – “…Nós temos que fechar, barrar estas músicas, barrar músicos, temos que arranjar uma maneira de tentar fechar, ninguém toca música, em Angola fazem isso, basta saberem que é Moçambique ninguém toca, eles barram, nós temos que ser assim”, ISSO NÃO É VERDADE “… em Angola fazem isso, basta saberem que é Moçambique ninguém toca” É MENTIRA ISSO, não tenho nada pessoal contra o DJ Mandito, nem estou a lançar nenhum “beef”, pelo contrario, é como disse no principio a finalidade é repor a verdade, e repetindo esta afirmação é infundada “… em basta saberem que é Moçambique ninguém toca” deixa dizer que de facto a música da Júlia Duarte foi bem recebida em Luanda e os ouvintes da Rádio Luanda chegaram a pensar que fosse a Yola Semedo ou a Ary a interpretar, isso porque o Almir Agria (ex-radialista da Rádio Luanda), enquanto tocava a música da Júlia Duarte, fez um concurso no seu programa a perguntar quem canta, é natural que os ouvintes confundam os artistas sobretudo quando não conhecem o interprete, a ideia foi mesmo promover a música, tal como a Júlia Duarte, também aconteceu o mesmo com a Dama do Bling onde os ouvintes até ligavam a pedir as músicas e sem medo de errar encerrou 2010 a tocar todos os dias na Rádio Luanda. A verdade é que não toca música moçambicana em Luanda como a angolana toca em Moçambique, mas toca, muito pouco mas toca, quem tiver dúvida pergunte ao Imo Cabir se ele não ouve “Damas do Hi5” nas rádio de Luanda, o Afonso Quintas não toca a música da Lizha James, mas a minha questão aqui não é se toca ou não toca, mas sim as as afirmações do DJ Mandito que não correspondem com a verdade.
Há 10 anos atrás haviam muitos debates sobre a valorização da música angolana, não tendo efeitos positivos, os artistas procuraram perceber o que há na música cabo-verdiana que agrada mais aos angolanos em relação a sua própria música, dai investiu-se em fazer música que tenham o mesmo nível de aceitação, surgiram fenómenos que revolucionaram a industria musical angolana e internacional “a tarraxinha, o kuduro com rima e actualmente o novo semba” quanto a divulgação o meio usado não foi a rádio, mas sim os candongueiros (chapas em Moçambique), quer dizer o sucesso começava nas ruas e as rádio depois não tinham alternativa, tinham que tocar, porque os ouvintes pedem. Os candongueiros em Angola são o principal meio de transporte, os artistas oferecem as suas músicas que acabam sendo divulgadas todos os dias durante a viagem e chegam mais rápido ao público. A música windeck ganhou vida usando o recurso Bluetooth dos telemóveis e são essas as alternativas em pratica actualmente. É bem verdade que esta pratica pode não funcionar correctamente em Moçambique, mas o facto é que em Angola nunca se fechou a porta para a música cabo-verdiana e brasileira, aprendeu-se a conviver com ela, não agrada a todos mas Jhonny Ramos e Nelson Freitas ainda são encosto para muitos artistas angolanos que justiçam o insucesso no sucesso dos artistas que dedicam-se em apresentar um bom trabalho.
Estes são os factos, ninguém em Angola tem indisposições em relação a música moçambicana, artistas como a Lizha James, Dama do Bling, Mc Roger, Neyma, Duas Caras, Azagaia, tem o mérito reconhecido em Angola e discos como da gprO, G2, Iveth, Dama do Bling e Azagaia foram comercializados e bem aceites em Angola.
Dino Cross
Nesta altura já é oficial TURMA DO EXAGERO MUSIC, já está na estrada como distribuidora e Label, e os rostos da Turma também já são conhecidos em Maputo e arredores, Dygo boy (MAGNEZIA) e Guyzelh Produções, para perceberem bem o significado que eles dão ao nome da label, os fundadores deste movimento popularizaram o termo “Vamos exegerar” e é isso mesmo, é um exagero a natureza das actividades de ambos, bem como o nível de vida, não admirem se um dia ouvirem que Dygo Boy lavou os dentes com Moet Chandton e Guyzelh usou Don Perignon para lavar as boxer, é exagero? afinal estamos a falar de quem? esta é a Turma do Exagero.
Oficialmente a label teve um bom arranque para não falar o melhor no ponto de vista promocional, artistas e grupos como Dinheiro Limpo, Lay low, Blanco , Ell Puto , T-reese , Yanda, Luana, Último Nível – Tek , Bhonu, Dygo, Duda, Daniela, Filippa, Mestria, Babe Snake, Breezy Hot, Queen, Yara, Makonde, Anneta e Kammy assinaram o seu vinculo com a Label no programa de televisão emitido ao vivo para o mundo pela Tv Record Moçambique.
A TURMA Tem como grande meta filmar um videoclipe por mês, projectar a imagem e desenvolver novos talentos para o patamar internacional.
O primeiro produto lançado pela Turma do Exagero Music é sem dúvida o tão esperado video de Dygo Boy – One.
DOWNLOAD – SINGLE PROMO (EXCLUSIVO)